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Say a Little Prayer for You by Aretha Franklin on Grooveshark

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Hoje


Eu já tive vários conceitos e sentimentos a respeito do hoje. Mas como disse meu pequeno "o próximo minuto já é o futuro". Então o hoje, o presente, passa muito rápido. O tempo é mesmo efêmero. Sim , essa palavra também existe...

Então, enquanto no hoje de ontem eu desejava ter ou ser diferente, no hoje de hoje tudo mudou. O que no hoje de ontem valia a pena lutar, fosse por mais espaço, trabalho, dinheiro ou por uma reconquista, no hoje de hoje me doem os calos de tanto tentar.

Afinal vivemos pelo próximo minuto e não pelo que passou...

Um brinde ao minuto de amanhã. E aos diferentes hojes da nossa vida!

 

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Be happy! And that´s forever...


E tudo tem mesmo a sua hora. As quartas-feiras são dias em que eu aprendo mais que os demais. Já chegou a metade da semana, me sinto com 50% do dever cumprido e feliz por ter que caminhar só mais um pouquinho até a sexta. Sim, é só. As sessões de terapia e o cineminha com pipoca não tem nada a ver com isso! Claro que tem, né? Eu até vivo sem terapia, mas sem pipoca não dá!

E hoje é dia, trá lá lá!

Meus dias têm passado mais rápidos e que não venha nenhum Sheldon Cooper me convencer de que o relógio está na mesma velocidade since o seu nascimento. Não está! Mesmo esperando (just waiting) o tempo passar, sinto que tudo vai mais rápido. Isso é bom porque os momentos difíceis passam logo e é ótimo porque os melhores chegam ainda com mais pressa.

E como tudo tem mesmo a sua hora, a inspiração não marcou appointment comigo hoje. Mas marcou com Alexandre e Ju que disseram SIM no último sábado. E sorte minha, meu pequeno pajem disse NÃO a participar da festa em tempo integral e fez com que o meu tempo com o copo cheio ficasse em s-l-o-w m-o-t-i-o-n. Mais uma sopa de batatinhas adiada!


E o final de semana foi no mínimo inspirador. Mesmo ao som de Jorginho e Buchecha... Pronta pro próximo!

Férias a vista? Alguém viu?
E Odon, a música da semana é pra voce, sem nenhuma dúvida!!

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Você é íngreme?



Transformar dias úteis em inúteis: ideia de gênio. Genial! Quem criou o feriado?

Posso imaginar o Paulista defendendo a segunda feira e o Baiano angariando votos para os day off. Mas assim, sem muito esforço. Pôs o Chicletes na vitrola e aguardou os resultados. O Carioca quis logo reservar as segundas e sextas para o seu estado e garantir weekends maiores, mais espertos, mais onda, mais marra... Enquanto isso, o Mineiro enrolava a palha e bebericava um golim de cachaça genuína enquanto esperava a decisão. Ardilagem disfarçada - o famoso come quieto - de quem já torcia pelas terças e quintas prevendo o "emenda". Não importa como foi. Deu certo!

Aproveitar os dias de folga como quiser! Mas ultrapassar em faixa contínua não é coisa de gente íngreme, segundo a mãe da Manu. "Vai me dizer que não existe essa palavra?" Sim, existe! Assim como whatever, Herson Capri como símbolo sexual, subidas íntegras e coisinhas do tipo. Não tá entendendo nada? Você tomou ácido litúrgico hoje?

(...)

E teve ótimo. Com algumas falhas de memória e passeio no Lago de FurnAspen... Mas nada que 40 gotas de Novalgina não resolvessem. Talvez 80 ou 120!

E afinal de contas, o feriado existiu ou não existiu???

"Ter uma casinha branca de varanda/ Um quintal e uma janela/ Para ver o sol nascer..."


:)

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Olhe bem no fundo dos meus olhos


“Que beijar bem depressa, desestressa e é bom pra dor de cabeça.” (Affonsinho Heliodoro)
Ontem li um texto muito legal do Jack Bianchi, mas que não traz nenhuma surpresa. Sim, dias não nos trazem surpresas, nós os fazemos surpreendentes. E assim fez o autor ao escolher um tema do cotidiano e dar a ele um brilho intenso e diferente, brincar genialmente com as palavras e nos fazer pensar.
Se hoje fosse o último dia da sua vida, o que você faria?
a)      Ficaria preocupado com o pouco tempo que lhe resta;
b)      Aproveitaria com insanidade os últimos minutos;
c)       Analisaria sua trajetória;
d)      Despedir-se-ia dos amigos;
e)      Choraria a má sorte.

(Desejo marcar a letra f). Nem ir ao céu e nem a terra. Quero continuar fazendo o que faço todos os dias. Não ter tempo perdido nem gasto com excesso. Desejo sempre olhar pra frente e para trás e reconhecer nos meus dias, as loucuras que me levam até você.

“Mas talvez você não entenda essa coisa de fazer o mundo acreditar que meu amor não será passageiro, te amarei de janeiro a janeiro, até o mundo acabar!” (RC)

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Dona Florinda


Todo mundo um dia fica triste, até o Garfield. Todo mundo um dia exagera na lasanha, até o Garfield. Todo mundo um dia dorme mais que a cama, até o Garfield. Todo mundo um dia acorda com aquela preguiça, até o Garfield.

Eu tinha um amigo na escola que não gostava do Garfield, preferia a Mafalda. Era uma briga para defendermos nossos heróis. Mas com muito bom humor, porque o maior herói da minha infância era mesmo o Kiko, amigo do Chaves. Engraçado, ardiloso, medroso, pirracento e adorável.

Meus heróis do bom humor erram, não estão sempre certos. A identificação com a Dona Florinda foi maior que com a Mulher Maravilha. Mais fácil ter bobes na cabeça que pilotar um avião invisível. Segurar a pose de super herói deve ser um saco. No caso da Vila do Chaves, o esforço gigante é em manter o aluguel em dia. Mas nem isso o Seu Madruga conseguia, e ainda assim, divertidíssimo!

É isso o que eu quero. Não ser perfeita (basta a Pimpa!), preguiça na segunda, lasanha no domingo e aluguel em dia. Professor Girafales... Bem, esse vou deixar pra Chiquinha, quem sabe?

Permita também o mau humor! Ele pode valorizar ainda mais os dias bons...

Beijos.

segunda-feira, 17 de outubro de 2011


Segunda-feira!

Hoje acordei decidida a saudá-la. O fato de eu me sentir tão bem na sexta, pode incomodar a segunda. Sabe, né? Ciúme bobo dos dias da semana. Então optei pela trégua. E reforcei no mais profundo do fundinho das minhas neuras, que eu só amo a sexta-feira porque a segunda existe! É ou não é? O que valoriza o final de semana é justamente o meio dela. Irônico, porém so true...

Boa segunda, terça, cinema, Angra e meu amor de volta!

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

2ª Segunda...

Como deve ser viver próximo a um vulcão? Viver = morar, dormir, acordar, trabalhar, namorar, entender, falar, divertir... Deve ser um trem de doido! Sim, porque ouvimos dizer do que ele é capaz, mas quando está sem atividade, é tranqüilo com um grilo! Mas eis que o caldo esquenta. Será que dá tempo de fazer alguma coisa? Se for no inverno, as pessoas podem pelo menos passar em casa e trocar o suéter de gola rolê por uma leve camiseta de malha Hering? Pois que a temperatura sobe ninguém duvida! Eu acho que não há tempo para isso. Acho que as pessoas correm, desesperam, choram. Não dá tempo de entender nada. Ninguém quer entender nada, cada um tentando salvar a própria pele. De repente, aquela obra de Deus que faz parte da vista da janela da sala, vira um monstro perigoso. Mas tem sempre uma explicação pra essa e para todas as outras coisas. E daí? Explicação salva a minha pele, Mr. Vesúvio?
Deve ser difícil viver perto de um vulcão...
Tenho um hábito irritante de sofrer com o sofrimento. Sim, com o meu e dos outros. Dizem os astros que é característico do signo. Whatever! Chato demais.
Nos poucos momentos da minha vida em que vivi pra mim, a interpretação foi longe do real. Li outro dia no FacebOOk: sou responsável pelo que digo e não pelo que você entende. Legal! Podemos controlar o que dizemos, mas não como somos entendidos. Legal demais! Existe re-explicação? Acho que não. Mas imagina o trabalho que isso nos daria. Todo mundo, de alguma forma, segue critérios para as escolhas (das mais simples às mais complexas) que faz na vida. Da cor da camisa num pós feriado ao nome do filho mais novo. São escolhas e são difíceis. Mas em algum momento elas têm que sair do status de dúvida para virarem certezas.
Não estamos preparados para os momentos de certezas das pessoas. Pessoas são vulcões.
Deve ser bem difícil viver perto de um vulcão...
Ah! Dia desses fui parar na Praça Sete de Setembro (!!). Sabe quem estava lá? Dentista! Não imaginava, depois de tanto tempo, vê-lo novamente, no mesmo lugar, com a mesma roupa e, importante: com os mesmos DOIS dentes! Escolhas...

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Steve Jobs: tecnologia e lições ao alcance de todos


"Lembrar que estarei morto em breve é a ferramenta mais importante que já encontrei para me ajudar a tomar grandes decisões.

Porque quase tudo - expectativas externas, orgulho, medo de passar vergonha ou falhar - caem diante da morte, deixando apenas o que é importante.

Lembrar que você vai morrer é a melhor maneira que eu conheço para evitar a armadilha de pensar que você tem algo a perder. Você já está nu.

Não há razão para não seguir seu coração."

(Steve Jobs)

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

keep your hands together

“Quando metade do meu coração está triste, a outra também chora. As duas metades são de uma cumplicidade deliciosa. Se uma se recusar a pulsar, a outra morre. Mas em compensação quando uma das metades começa a bater, a outra pula, dança, samba. E sabe que barulho tem a batida do meu coração? Pin-Pin, Pin-Pin, Pin-Pin...” (Autora desconhecida)
Que bom que é ter um coração que bate! E bobo. Sim, bate pelas causas mais improváveis. Ontem mesmo, bateu loucamente ao (re) ver o episódio em que Chandler e Mônica compram uma casa fora da cidade porque decidem criar seu (s) filho (s) longe do tumulto new yorker. É dura a separação dos Friends. O casal esconde por um tempo a notícia porque sabem que os outros vão ficar tristes com a mudança. Não vão deixar de serem amigos (tem coisas que só o coração...), mas não estarão mais ali, ao alcance do toc-toc na casa da Mônica, o local onde tudo acontece. Foi triste. Chorei com muita emoção. Me lembro que não assisti ao último episódio da décima temporada, porque não tive controle emocional suficiente.
Mudar é difícil. E divide opiniões. Há quem pense que mudanças são tentativas de fugir de uma realidade; há os que defendem a mudança como uma coragem danada. Acho que as duas versões são verdadeiras. Abandonar a Times Square não é pra qualquer um!
A Mônica com sua incansável mania de limpeza, organização e cuidado com tudo e com todos (remete a alguns leitores?), se convenceu que cuidar da família merecia ali, naquele momento, mais dedicação. E esperou ter a compreensão dos friends nessa sua decisão difícil. Mas não teve. Ninguém entendeu nada. O Joey chorou, o Ross esbravejou, a Phoebe ficou histérica e a Rachel indignou-se. Eu também fiquei triste. Mas ainda vou ao cinema ver qualquer filme em que um deles apareça e revejo as dezenas de episódios que tenho em casa. Porque o fato de sempre ter novas séries surgindo a cada dia, não vai mudar nunca o sentido de Friends pra mim...
Pin-Pin, Pin-Pin, Pin-Pin...

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

SE EU MORRER ANTES DE VOCÊ

Se eu morrer antes de você, faça-me um favor: chore o quanto quiser, mas não brigue comigo.
Se não quiser chorar, não chore;
Se não conseguir chorar, não se preocupe;
Se tiver vontade de rir, ria;
Se alguns amigos contarem algum fato a meu respeito, ouça e acrescente sua versão;
Se me elogiarem demais, corrija o exagero.
Se me criticarem demais, defenda-me;
Se me quiserem fazer um santo, só porque morri, mostre que eu tinha um pouco de santo, mas estava longe de ser o santo que me pintam;
Se me quiserem fazer um demônio, mostre que eu talvez tivesse um pouco de demônio, mas que a vida inteira eu tentei ser bom e amigo...
E se tiver vontade de escrever alguma coisa sobre mim, diga apenas uma frase: -"Foi meu amigo, acreditou em mim e sempre me quis por perto!"
Aí, então derrame uma lágrima.
Eu não estarei presente para enxugá-la, mas não faz mal.
Outros amigos farão isso no meu lugar.
Gostaria de dizer para você que viva como quem sabe que vai morrer um dia, e que morra como quem soube viver direito.
Amizade só faz sentido se traz o céu para mais perto da gente, e se inaugura aqui mesmo o seu começo.
Mas, se eu morrer antes de você, acho que não vou estranhar o céu. "Ser seu amigo, já é um pedaço dele..."
Chico Xavier

quinta-feira, 15 de setembro de 2011



Ei!

Eu também estava com saudades... Não vou culpar nada nem ninguém pela ausência. Isso também em respeito ao Steve Jobs que tanto se esforçou para que todo mundo se "inserisse tecnologicamente". Por que não eu, certo? Pois é. Sem desculpas, sem blás.
 
Ontem me justifiquei de outra maneira a uma amiga: não sei escrever se não for do coração. Não sei falar se não vier do coração. Não sei viver calando meu coração. E ela me sugeriu então mudar o endereço e não o estilo. Achei isso a coisa mais linda de todas, de tantas coisas lindas que ela me disse.
 
Sabe quando o fôlego parece que vai voltando? Não dá pra dizer que se vive sozinho. Não vivemos. Não vivo! Sempre to cá pedindo favores a alguém. "Troca a lâmpada, Me traz um copo d água, Me ensina a entender Excel, Fecha a cortina, Me dá um abraço, Não me deixa sozinha...". Até que surge o "Levanta e vai pra vida!".

Será...? É!

E hoje mais um anjo me apareceu, via sms, mas que também caiu do céu e com olhos de cristal...

Avante!

Hoje com menos dores dilacerantes na cabeça, mas sem sentir as pernas. Ser garota enxaqueca não é fácil!

Obrigada, obrigada e obrigada por me ajudarem a manter as luzes da minha vida acesas!

Beijo.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

enfim, dia 20 de agosto!

Fui, pois fui assistir Fábio Jr! Logo eu que sempre neguei meu lado, vamos dizer, brega. Neguei mesmo? Não, acho que não. Eu sabia quase todas as músicas, fiquei assustada comigo... Mas quem mais me assustou mesmo foi o pai do Fiuk. Parece com outro pai que conheço, mas whatever, era o pai da Cléo num show intimista, gostoso, pop, dançante, totalmente surpreendente.

Gostei por ele, pela companhia deliciosa, pela confirmação dos votos, por me sentir mais eu, mesmo que estivesse no meio de uma multidão de desconhecidas loucas apaixonadas pelas voltinhas que o cabelo do artista dá lá pertinho da nuca. É bonitinho... É engraçado e diz que a melhor parte do show é na coxia, mas é bonitinho!

Fotos? Aí também não né... Mas foi bom, foi muito bom!

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Se enamora - dica do Jack Bianchi

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Bom dia Querido whatever...

Tem um monte de coisas esquisitas na área. Uns indo, uns vindo... Mais trânsito, mais vento, mais calor, mamis lá em casa (êh!!), perguntas, respostas, an-hans... Mas o mais esquisito mesmo, é isso aqui:


A legenda e o humor negro são do Ego Estagiário (http://www.egoestagiario.com/). Lembrem-se, ela não ganha dinheiro trabalhando com Sheldon, mas sim com o corpitcho...

Ave mkt pessoal!

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

(and learn, of corse...)


Quando eu era pequena, tinha muitas amigas que escreviam para seus "Queridos Diários". E faziam um segredo do que estava escrito ali que era engraçado... Tinha cadeado com chavinha. Normalmente era capa dura, em tons pastéis, com ilustrações de bichinhos ou bonequinhas, enfim, um caderninho sem muito apelo, não dava nem vontade de descobrir o segredo da "chavinha". Eu não tinha um daqueles. Quer dizer, ter eu tinha. Mas eu não tinha o hábito de escrever nele. Querido Diário? Quem é Diário? Sei lá, eu me sentia meio envergonhada ao escrever pra alguém sem rosto, sem cheiro, sem expressão e que eu nem conhecia. E pior, tinha que contar pra ele segredos que escondia das minhas amigas! Estranho, no mínimo. Sem segredos, sem confissões estranhas, sem queridos. Live and show!

quarta-feira, 6 de julho de 2011


Luiza - Composição: Antônio Carlos Jobim

Rua,
Espada nua
Boia no céu imensa e amarela
Tão redonda a lua
Como flutua
Vem navegando o azul do firmamento
E no silêncio lento
Um trovador, cheio de estrelas
Escuta agora a canção que eu fiz
Pra te esquecer Luiza
Eu sou apenas um pobre amador
Apaixonado
Um aprendiz do teu amor
Acorda amor
Que eu sei que embaixo desta neve mora um coração

Vem cá, Luiza
Me dá tua mão
O teu desejo é sempre o meu desejo
Vem, me exorciza
Dá-me tua boca
E a rosa louca
Vem me dar um beijo
E um raio de sol
Nos teus cabelos
Como um brilhante que partindo a luz
Explode em sete cores
Revelando então os sete mil amores
Que eu guardei somente pra te dar Luiza

Luiza
Luiza

Welcome, Lindinha!

terça-feira, 28 de junho de 2011

O chocolate fofinho da Nestlé

Tem coisas que me dão muita saudade. Do hino do Santa Maria, que me lembrou o Dipa, por exemplo.


Coisas boas, muito boas...

sexta-feira, 17 de junho de 2011

1,2 e xá... the baby is coming!

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Nova Melissa Stephanie Brito

Fantástica!

sexta-feira, 3 de junho de 2011

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Bom dia bom!

Oie! Bom dia simpatia! Bom dia flor do dia! Bom dia, bom dia!

Não sei se caí do berço quando criança, mas sim, minha cabeça é amassada. Não sei o que isso impacta na minha vida, além de disfarces com penteados. Mas suspeito que as alterações de humor estejam mais ligadas a esse volume diferenciado que aos hormônios femininos. É, no mínimo, diferente isso. E as coisas diferentes me confortam. Portanto, adotei essa como a explicação para os risos e as lágrimas. Whatever! Para quê essa necessidade de entender o porquê das coisas? Por que isso, por que aquilo... Carpe diem!

Estou sem férias há tempos e naturalmente cansada. Meu filho não entende porque não tenho dias de folga. Sábados e domingos não bastam e os Day Off já estão quase sempre tomados. Com isso, vivemos os dias de uma forma geral, mas sempre com uma esperança maior no amanhã. A vida parece correr mais. Correndo mais, alcançamos mais rápido o fim de semana, mas aí vem a segunda na sequência. Enfim... Aff!

Músicas mudam o meu dia. Nando Reis mudou até o barulho da Praça Sete! Então hoje cheguei ao trabalho com a mega disposição de sempre (tá bom, nem sempre...), mas com a cabeça amassada um tanto quanto sofrida (posso ter caído essa noite também, não sei ao certo...). Sabe quando você não sabe como fazer para alcançar às 18 horas? O primeiro e irremediável passo, é honrar os next minutes sem pestanejar. Estava cumprindo o ritual com poucos sorrisos, mas... Amigos são amigos! Estou numa fase de new álbum e algumas figurinhas novas tem se esforçado para me alegrar. Deu certo! Sorrir com música é sempre melhor. Em francês, é mais chique!

Rodrigo, sem ciúmes... Mas meu 'bizarre world' está mesmo em desenvolvimento!

Bom dia, bons dias velhos e novos amigos!

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Happiest!



Bom dia sexta-feira do meu coração!

Hoje acordei com cara de boba... Apesar do susto da luz de Deus invadindo meu quarto sem cortinas, acordei feliz e com cara de boba. Feliz e com preguiça. Mas como estava feliz, fui de tênis cumprir o primeiro compromisso do dia de quem está feliz: correr e ficar assim comigo mesma. Eu adoro correr, embora encontre poucas horas disponíveis para cumprir a rotina, mas adoro mesmo. É um momento que a gente se controla, se domina, vai ao limite se assim desejar e volta quando a vontade passa. É a tradução do controle sobre nós mesmos. E a melhor companhia nesse momento sou, sem dúvida, eu mesma! Foi só uma corridinha, mas representou isso tudo. Coisa de gente que acorda com cara de boba...

Ontem recebi tanta energia boa! De uma vez e num pequeno intervalo... Veio de quem habita um reino tão tão distante, mas que pra mim mora tão tão pertinho do meu coração. E sempre, eu disse sempre, de um jeito ou de outro, sacode meu astral. Às vezes precisamos disso. Ficamos imersos em nós mesmos, seja lá porque motivos, e parece que atingimos nosso limite.

Por isso eu corro. Apesar do cansaço extremo, sei que nunca atinjo o meu limite. Na minha vida às vezes não me comporto com essa lucidez. Mas aceito com facilidade as intervenções legais de quem se preocupa com minha cegueira; e vejo que posso mais. Ainda mais.

E de mais a mais, eu amo ter amigos!! Tks!
Beijos.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Bazinga na balada de Sampa. Olha a cara deles!!

segunda-feira, 2 de maio de 2011


Olá!

Este nunca foi um espaço para denúncias. Não no sentido policial do termo. Contar as peripécias de um e de outro está longe de serem denúncias... Mas hoje recebi um ‘feed’ no Facebook (já me desculpem a gafe caso tenha ocorrido, pois não tenho nenhuma intimidade com os termos das redes sociais) que dizia assim:

“Se você cresceu comendo comida caseira, andava de bicicleta sem capacete, sua casa não era à prova de crianças, você tomava 'havaianada' quando se comportava mal, tinha uma TV com 3 canais e tinha que levantar para mudar ou para mexer na antena, você fazia o juramento à bandeira na escola, bebia água de torneira, sofria bullying na escola e saía NORMAL, cole isto em seu mural para mostrar que você sobreviveu!”

Recebemos ‘feeds’ como esse quase todos os dias e o lance é que, caso concorde com a afirmativa, a indicação é colar o texto no seu ‘wall’, assim a ideia será disseminada entre seu grupo de amigos e por aí vai. Hoje eu fiz isso e colei o texto acima no meu ‘wall’. Confesso que já recebi coisas interessantes antes, mas não sabia onde era 'minha wall’. Onde é que fica essa parede gente? Meu estagiário me ajudou... Tks!

Well, apesar de poder mudar o rumo dessa prosa e falar dessa minha inabilidade, vou manter a ideia anterior que era: como as pessoas são engraçadas. Enquanto uma legião delas, formadores de opinião, pedagogos, jornalistas, psicólogos e afins defendem com unhas pintadas e dentes de porcelana o fim do chamado ‘bullying’, rimos com graça das piadas ofensivas no Pânico, assistimos sem susto o clamor do povo americano brindando a caça ao Bin Laden, concordamos em dar audiência ao American Idol em que os jurados detonam os concorrentes (mas também é cada peça...), entre outras ações do tipo. O que é o 'bullying', afinal? É só o que acontece nas escolas? Só vale entre as crianças? E às ofensas, se responde com mais ofensas? E à violência, se defende com violência? Como é que eu posso ensinar meu filho a não fazer piadinhas que ofendem os colegas e nem resolver as questões no braço, sendo que hoje ao ver TV (não adiantou trocar o canal, estava em todos) tive que explicar porque uma multidão de americanos saldava a morte de alguém.

“Filho, era um bandido muito perigoso, que seqüestrou um avião, bateu num prédio e muitas pessoas morreram por causa disso.”

“Mas mãe, ele foi pra cadeia?”

“Não, ele se escondeu e desde muito tempo a polícia o está procurando.”

“E a polícia achou?”

“Achou!”

“E porque tem tanto sangue assim?”

“Porque ele reagiu à prisão e na briga com a polícia, ele acabou morrendo...”

“E as pessoas estão felizes porque ele morreu?”

“...”

“Nossa mãe, coitado...”

E num fim de semana em que o príncipe casou com a princesa, o vilão acabou virando mocinho na era 'bullying'... Mas elas, as crianças desse tempo, também vão sobreviver!

Beijo.

sexta-feira, 15 de abril de 2011

irresistível...


Gente, a Alice é liiiinda!!
E o DNA parece forte mesmo...

quinta-feira, 14 de abril de 2011

heather


Oie!


Já foi hipnotizado? Nem eu. Todas às vezes em que fui submetida às sessões dessa natureza, controlei minha inconsciência e fingi cair no lenga-lenga do profissional. Sério? Não, acho que fui hipnotizada mesmo. Aliás, muitas coisas já me hipnotizaram na vida... O momento exato da hipnose é muito particular, de um irritante bem estar. Você sai de um furacão direto para uma praia particular com areia sempre branca, céu sempre azul, mar ainda mais azul e incrivelmente calmo e denso. Na areia tem sombra, tem sol, a água vem na beirada da espreguiçadeira e pode molhar os seus pés, se esse for o seu desejo. Quem é que não fica hipnotizado com essa materialização de Jeri?

A briga então é boa: a cabeça viciada em correria, em compromissos, em schedules cada vez mais difíceis de cumprir. Nas areias dos meus sonhos, todos vestimos branco, o sol não esquenta demais e quando isso ocorre, uma brisa leve sopra e faz balançar de leve as mechas loiras (certo Xaxá?). Sem, obviamente, embaraçar os fios.

Quer coisa melhor? A gente sempre quer né... E isso é bom, e isso é ótimo!

Boa (findi) semana pra você.
Beijo.

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Bem vinda Alice

Bem vinda seja nossa "amiga" Alice. Aguardamos agora a chegada de nossa próxima "amiga" Luisa, para completar o quarteto. Bem vinda.

quinta-feira, 24 de março de 2011

relax


Três irmãs, de 90, 88 e 86 anos de idade viviam na mesma casa.

Uma noite a de 90 começa a encher a banheira para tomar banho, põe um pé dentro da banheira, faz uma pausa e grita:
- Alguém sabe se eu estava entrando ou saindo da banheira?

A irmã de 88 responde:
- Não sei, já subo aí para ver....

Começa a subir as escadas, faz uma pausa, e grita:
- Eu estava subindo as escadas, ou descendo?

A irmã caçula, de 86, estava na cozinha tomando chá e escutando suas irmãs, move a cabeça e pensa:
"Na verdade, espero nunca ficar assim tão esquecida".

Bate três vezes na madeira da mesa, e logo responde:
- Já vou ajudá-las, antes vou ver quem está batendo na porta .

Gente, estou lendo ou escrevendo esse texto?

quinta-feira, 17 de março de 2011


Bom dia!

De todos os super heróis da Liga da Justiça a Mulher Maravilha foi a que mais mexeu com meu imaginário. Não por ela, que tinha pernas longas, magras e brancas. A sua imagem me causava uma grande sensação de frio. Todos os outros super heróis usavam calças e camisas compridas, capas longas... E ela sempre de short, um corpete tomara que caia e botas. Sim, as botas aqueciam, mas ainda assim... Que frio! Aqueles cabelos negros presos pela faixa dourada. Sei lá, a roupa dela nunca mereceu nenhum pinguinho de inveja minha. Não digo o mesmo de seus acessórios: dois braceletes indestrutíveis, que usava para desviar projéteis e raios, a tiara que podia ser usada como bumerangue e um laço mágico inquebrável que fazia com que as pessoas tocadas dissesem a verdade. Santo poder Batman! E o avião... Ficava invisível, lembra? Ela não, mas o avião sim. Era a tradução do surreal. Já pensou a confusão que causaria se tivesse cruzado com os Jetsons?

Que conseqüências teríamos se pudéssemos nos fazer invisíveis? Ir a lugares sem pagar a entrada, ter livre passagem em qualquer fronteira, ouvir o que falam de você... Mas por outro lado, a invisibilidade causa ausência de si mesmo. Se não pode ser visto, tampouco ouvido será. Escrever letras transparentes, cantar músicas sem som, estar sem ser percebido. É o preço para se abusar de seu próprio livre arbítrio. O avião transparente foi alvo de muitas críticas e aos poucos, as histórias foram dando a ela o poder de voar. Mas caiu na mesmice e o avião invisível voltou. Ainda bem que a ANAC não controlava pousos e decolagens naquela época...

Confusa essa vida hein? Tá dando pra ler essas letras?

Beijos coloridos.

sexta-feira, 11 de março de 2011

Minha mãe é ciumenta!


Ela tem ou não tem razão?
Manu.

quinta-feira, 3 de março de 2011

Meu querido amigo Bernardo

Não há outra forma de iniciar nossa conversa que não pelas desculpas que lhe peço, clamo, suplico. Eu sou a tia Dri. Você ainda vai ouvir falar muito de mim porque sou amiga do seu pai e da sua mãe e já gosto de você, assim como amo os dois.

Mandei pra você uma mensagem na véspera de seu nascimento e como não sabia o número usado no céu (de onde certamente você deixou com saudade anjinhos que te acompanhavam), enviei para o celular da sua mãe. Sei que posso lhe explicar coisas assim de forma objetiva, pois tenho um filho, Marcelo, que será também seu amigo daqui um tempinho, e vejo como vocês crianças, são fantásticas com assuntos de tecnologia e afins. E também sei que, já que nasceu com o pezinho muito parecido com o do papai (MUITO), deve puxar a cabecinha brilhante da mamãe.

Na mensagem que enviei, eu desejei que viesse em paz e com Deus e que no dia seguinte nos conheceríamos. Não foi bem assim e demorei 3 (isso, três) dias para conhecer sua carinha, seu cabelinho loiro, seu quarto que ficou um encanto e para constatar que as pessoas que eu conhecia por Bi e Mel, você transformou em Papai e Mamãe.

Te devo desculpas Bê, porque não te parabenizei como eu queria e você merecia (mas também levou horas mamando, danadinho...) e guardei pra mim por todos esses dias, a felicidade que perceptivelmente você trouxe pra sua casa. Sua mãe é um doce, seu pai uma nota musical e sua tia Vanessa... Bem, você vai ter que disputar com o Lucas e o Rafa quem, afinal, terá a tia mais coruja, mais babona, mais legal e com o maior amor pra dar pra vocês. Aposto no empate!

Mas agora vai. Com vocês, Bernardo Vasconcelos Fossali!


Bem-vindo amiguinho!

Um beijo.

terça-feira, 1 de março de 2011

Conhecendo a turma

Quem tiver um boneco do "Bob o Construtor" me empresta depois.

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

O Melhor Amigo do Snoopy


Será que a coisa é só minha ou você também tem a mania de achar que aprendeu com o erro de hoje e amanhã você será, automaticamente, uma pessoa melhor? “Ah, tá! Entendi. Foi mal...”. E amanhã lá vem o desengano novamente. Coisa chata. Errar é humano, insistir nele, é burrice. Já dizem os sábios povos do mundo. Aposto que esse ditado tem tradução em tudo quanto é canto.

Minhas horas de almoço eu faço de tênis. Sim, porque é o momento mais corrido do meu dia, sem a menor dúvida. Deixo minha mesa de trabalho e assumo o papel de “mothern”. Começo o almoço já terminando e cumprindo a sequência da higiene.

“Filhooo, vem escovar os dentes.”

“Já vou mãe.”

E demora.

Marcelo, eu já saí da escola há muito tempo e não levo mais ocorrência se chegar atrasada (não, hein?!), mas você vai perder o primeiro horário, ficar plantado no pátio esperando seus colegas...”

Isso é (uma amostra do) que eu falo. Mas cada vez mais, percebo que ele ouve assim:

“Mar... blá, blá, blá, blá...”

Sabe a professora do Charlie Brown? Tipo isso. E hoje, enquanto eu ia falando o discurso do “eu já saí da escola” e caminhando em direção ao lavabo, ouvi que ele vinha atrás de mim, mas emitia um som diferente. De repente o som parou. E eu repeti mais um pouquinho (tá bom, tô ficando chata meeessssmo) e comecei a escovar os meus dentes. Eis que ouço “pá, bum, crash!”. Já saí do banheiro com a calma que me é peculiar. Estranho, não penso se ele se machucou, já penso logo na arte. E ANTES de repreender, meu cérebro me acalma e me lembra: “Filha, será que o menino se machucou?”. É incrível, milésimos de segundos fazem uma diferença... Aí eu pergunto com calma: “O que houve Marcelo?”. E ele vem, sempre, com muita criatividade: “Mãe, eu tava só, devagarzinho, e sem querer, e eu não sabia, foi só um pouquinho, quase que eu...”. Mas nessa hora, eu escuto assim: "blá, blá, blá...". E já começo a procurar os danos. Bom, rapidamente dá pra ver que a criança está bem, pois tem condições explícitas de inventar um monte de besteiras. We have the winner! A raiva encontra seu espaço e CRESCE!

Nunca sei exatamente como fico e como é que se faz pra não ficar. Mas as reações do pequeno forçam de novo aquele exercício de milésimos de segundos. “Quero torcer o seu pescoço / Mas é tão lindo, tão pequenininho / Concentra! / Já falei mais de mil vezes que isso pode dar errado / Ele tá chorando! Ah, não! Detesto ver meu filho chorar... / E você insiste em fazer o que eu digo que é errado... / Nossa, ele engoliu a lágrima e o olho está roxo de tanta força para segurá-las! / Desculpa não conserta mesa e nem junta braço. Vem cá, vamos conversar. Mas antes temos que escovar os dentes, colocar o tênis, pentear o cabelo e ir pra escola. Senão, você vai chegar atrasado e quem vai ficar esperando o segundo horário é você, porque eu já saí da escola...”

Eu, professora do Charlie Brown. Essa é boa...

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Parabéns Lucas e Rafa pelo 1º mês!



Tá bom, tá bom, pra você também Hudson!!


xD!!
Beijos....

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011


Tem gente que fala que a pior dor é a de dente. “É porque nunca teve dor de ouvido”, rebate quem não suportou a otite. A dor de garganta diminui o prazer de comer e beber (boa tática para emagrecer...), mas dor de cabeça ocupa o meu Top One.

Desde que seja dor, e consuma seu corpo e mente num instante que seja, é a pior delas.

Mas esse sentimento é para os fracos. Ou você acha que conforto é o maior atributo do salto agulha...?

Boa semana sem dor nenhuma!

Beijos.

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Bom Final de Semana...

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Penelopes

 Bom dia, dia azul!! Começar o dia com exclamações atrai fortuna, amor e disposição. Dessa forma o meu dia é mais azul e o dia azul é mais bonito. Encontre sua cor, é melhor viver assim! Claro que um dia azul combina mais com areia branca, água verde clarinho e raios naturais amarelos. De onde Toquinho tirou as outras cores pra formar a Aquarela? Já sei, de Ipanema!

Não tenho muita disposição de manhã. Acordo com uma preguiça gigante. Seja para trabalhar, fazer as unhas (coisas da ...), correr ou viajar, a preguiça é a mesma. Depois passa. Tudo passa, né? E obviamente, acordar cedo é melhor, o dia útil fica mais longo e podemos fazer as coisas que o horário comercial não nos permite mais. Não posso, no horário comercial, ir ao supermercado, faço isso à noite. Não posso, no horário comercial, ir ao salão, faço isso aos sábados. Não posso, no horário comercial, ir ao banco, pago as contas pela internet. Não posso à noite ir ao cinema, porque estou no supermercado. Não posso aos sábados ir ao clube, porque estou no salão. Não posso no horário comercial atualizar o blog, porque estou pagando contas... Vida corrida e sem privilégios de quem não tem pedras preciosas no sobrenome...

Essa semana me sugeriram um tema: mulher no volante. Complicado não é? Não as mulheres dirigindo, mas o tema é polêmico. O bordão "Só pode ser mulher", só perde para "Êh lá em casa". O fato é que não faz tanto tempo que as mulheres dirigem. Meu pai, por exemplo, aos 18 já sabia dirigir e seu trabalho dependia da carteira B, inclusive. Já minha mãe, conseguiu a liberação oficial do Estado para guiar veículos em vias públicas já cruzando a barreira dos 35 anos. A análise é simples, o homem nesse caso, tem muito mais experiência que a mulher e por isso obtêm melhores resultados. Não tem nada a ver com sexo, cor do cabelo ou preferência musical. É experiência pura e simples. E não dá pra discordar da capacidade feminina e da habilidade em fazer várias coisas ao mesmo tempo. Dirigem, checam o batom, acarinham o filho, mandam mensagens e ainda observam os entregadores de pizza. Um absurdo as multas por essas ações! As mulheres conseguem!!

Já ouvi algumas vezes representantes dos seres (que se acham) superiores se enganarem ao xingar um motorista por alguma barbeiragem cometida. Ouve-se logo "Êh Dona Maria...", mas ao cruzar o carro do barbeiro, vê-se um Seu João. Força do hábito errado, certo?
Mas que a loucura seja perdoada, pois quem me encomendou o texto foi... uma mulher. Muito baixinha e invocada por sinal. Mas que dirige bem. Mal de família...

Beijos rosa e azul...

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Blank

Oi!

Eu estava na 4ª série no Colégio Santa Maria e minha professora falava, cheia de orgulho do filho dela que havia recebido um prêmio de "melhor redação da sala dele" naqueles dias. A tia Lu era ótima professora, divertida, alto astral, bonitona, amiga da minha mãe e tia do Pitoco e do Juninho; mas naquela época eu não sabia disso... Enfim, o que ela achou mais importante ressaltar àqueles 40 alunos de 10 anos (interessadíssimos em sua história) foi o título: "Mutações". E aí ela discorreu sobre o tema e ressaltou que ele poderia ter usado uma palavra mais simples, mais óbvia. Mas não, ele usou: "Mutações". Eu estava interessada e me lembro disso até hoje (viu tia Lu, pode me dar 5 pontos de atitude!). E ela frisou ainda que o título é o que vem por último. Apesar de aparecer primeiro, deu pra pegar? Isso sim, foi muito legal. Daí por diante, sempre escrevo o texto e o título deixo pro final. Tia Lu quem me ensinou...

Hoje o título veio primeiro. Blank: no inspiration, sorry...

Bom, foi só pra dar um oi!

Beijo.

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

O bom humor é do papai!


terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Patty, notícias? Nasceram!!

A caminho (rápido) do SPA for Smart Babies:


Já descansando. Um é um e o outro é o outro...


Lindos, lindos! Segundo a mãe, puxaram dela somente o nariz e o dedão do pé. Para quê DNA não é mesmo?!

Welcome Rafael e Lucas!!
Beijos.

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Felice!


Gente, eu detesto fazer compras em supermercado. E sou uma pessoa (cada vez mais controlada) consumista. Digitar a senha do cartão de crédito e dizer “obrigada” à vendedora é um prazer inenarrável. Cura qualquer tristeza, dor de cotovelo, TPM... Mas isso não vale para supermercado. A lógica da compra é a mesma. Entramos naqueles corredores arrumadinhos, todos os produtos com os rótulos virados na mesma posição (essa é a indicação certo, Bonitão?) e é só pegar e colocar no carrinho. Para aqueles que são compulsivos, isso é ótimo! É pegar e levar. E se o compulsivo em questão não tiver como digitar a senha do cartão para levar os produtos pra casa, é só abandonar o carrinho e sair da loja com a sensação boa de ter tido opções de ‘coisas’ para si.

Mas eu detesto essa parte, posso então concluir que não sou compulsiva. A gente entra no estacionamento do local, onde invariavelmente a linha do celular cai e interrompe a conversa que inadvertidamente estávamos tendo, embora uma das mãos estivesse guiando o volante. Raiva um.

O estacionamento geralmente é quente (por quê?) e depois da árdua tarefa de encontrar uma vaga próxima a rampa que leva à loja, vamos à escolha do carrinho de compras. Olhamos, testamos e por fim escolhemos o que nos parece ideal e que nos primeiros 50 metros falta ri da nossa cara, pois o carrinho eleito é SEMPRE o desalinhado. Raiva dois.

Iniciamos a compra. Até que esse pedaço é bom. Uma loja grande, cheia de coisas bonitas (os rótulos me encantam...) e algumas delas vão comigo pra casa. Mas aí, você entra num corredor em que várias pessoas estão lá e vão abandonando os carrinhos porque o promotor parou aquela carregadeira gigante dele para arrumar a prateleira e obstruiu o espaço. As manobras vão ficando mais difíceis, mas vamos lá. Pegamos os produtos na prateleira (com os rótulos...) e colocamos os escolhidos no carrinho. E assim passamos por um, por outro e mais um corredor. A fome vai aumentando porque o estômago é visualmente guiado. Mas aí aparece uma promotora toda simpática com aquele suspensório tipo baleiro, um guardanapo e te dá um naco de algum petisco. “Obrigada!”. Alivia um pouco e continuamos a saga. Mais um produto da prateleira para o carrinho, e outro e outro... Material de limpeza! Ah, que delícia. Por que a garrafa de água sanitária sempre fica mal fechada? Aprendi a conferir a tampinha só depois de chegar a casa com o porta-malas cheirando àquilo... Pegamos um litro disso, outro daquilo e o carrinho vai ficando cheio. Nessa hora, já dá pra ver o limite se aproximando. Por fim as frutas que ficam por cima dos demais itens, pois não podem amassar. Alguém sabe como escolher melão? Kiwi? A diferença entre agrião e rúcula? Que cará e inhame são a mesma coisa? (...) E ainda o cuidado com o pão de forma que é mais melindroso que o cabelo do Dipa. Acho isso igualmente hilário. Um bem de consumo hiper sensível que é muito bem lacrado com... pedacinhos de arames cobertos com plásticos coloridos e podem ser abertos e fechados por qualquer um e novamente colocados na prateleira sem que ninguém saiba. Tão protegido quanto Alcatraz!

Pronto! Vamos ao caixa. Êba, fila! Raiva três. Certa vez, fui num lugar desses e só não tinha fila no “Caixa Prioritário para Gestantes”. Eu entendo como prioridade assim: se as grávidas tem prioridade naquele local, eu cedo minha vez a elas, mas se não há nenhuma grávida ali, posso usar o espaço, certo? Até hoje não sei por que não me preocupei em decifrar esse enigma. O fato é que esse era o único caixa vazio e entrei com meu carrinho no corredorzinho da esteira do caixa. A moça me olhou e dissemos:

- Esse caixa é prioritário para grávidas.

- Que bom, obrigada.

- Mas a senhora não está grávida.

- Mas não tem nenhuma grávida aqui. Então se o supermercado ficar o dia inteiro sem que nenhuma gestante tenha o delicioso trabalho de fazer compras, você fica só olhando o movimento dos outros caixas e dos clientes na fila?

- Não sei. Mas esse caixa é prioritário para grávidas.

- Aqui, não conta pra ninguém, mas eu estou grávida. Já dá até pra ver a barriga, olha só.

- Ah, é mesmo (??)?! Então pode passar.

Raiva quatro. Mas então, mesmo para as grávidas, chegamos ao caixa, e todos aqueles produtos com os rótulos lindos que escolhemos nas prateleiras, estão misturados no carrinho e precisamos tirar um-a-um para colocar na esteira e a moça, normalmente simpática, passar no leitor ótico e começar a nos esfaquear mesmo que sem o instrumento. Aí o produto entra de um lado e lá no fim temos que pegá-lo e começar a embalar. Nessa hora, utilizamos nosso movimento polvo. Um dos tentáculos tira os produtos do carrinho, o outro embala nas sacolas rasgáveis e o terceiro vai colocando as sacolinhas no carrinho que já está posicionado do lado de lá. Todos os produtos lidos oticamente e guardados nas sacolas, vamos embora.

Direto ao estacionamento quente que dessa vez fica ainda pior, pois o nosso tempo lá é maior. Tirar todas as sacolinhas e acomodá-las no porta-malas do carro. Irritada? Raiva cinco. E aí chegamos em casa e tiramos novamente todas as sacolinhas, colocamos no carrinho (esse totalmente sem alinhamento) do condomínio, que vai direto pro elevador. Aperto o 9 que é o meu andar. Saio com o carrinho do elevador, entro em casa e vou tirando novamente todos os embrulhos que dessa vez serão acondicionados em casa e nem me lembro dos rótulos dessa vez... E semana que vem tem mais...

Gente, feliz 2011! E caso você também não goste de supermercados, faça compras pela internet. É difícil, mas é possível. Viu? Para tudo tem jeito!

Beijos.