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Say a Little Prayer for You by Aretha Franklin on Grooveshark

terça-feira, 23 de junho de 2009

O maior balde do mundo

Olá a todos!

Desculpe a ausência. Aquela correria que já conhecemos da vida de adulto...
E hoje estou inspirada! É um dos milagres da vida. Num dia estamos péssimos, baixo astral, sem lugar no mundo e com muita fome. E no outro, acordamos cheios de energia, contagiantes, esperançosos, o dia é tão mais lindo e até segurar a dieta torna-se mais fácil. Santos pontos! E por isso veio a inspiração. Em dias felizes, penso melhor. Há quem produza pérolas somente nos momentos ostra, mas não é o meu caso, e nem o de uma amiga muito querida minha. Acompanhem.

"Numa bela manhã a cidade acordara com o choro forte de uma criança que anunciava sua chegada. Mineirim come quieto, mas aquela parecia provar o contrário. Seria daquelas que marcaria presença com pouco esforço, do tipo ‘cheguei e arrasei.’ Mas aquela mineirinha estilosa deixou a capital ainda bebê para juntar-se à família em uma cidade do interior. E foi lá a primeira escola, os primeiros amigos, o primeiro beijo... Mas não seria nesta pequena cidade o palco do último e mais apaixonado beijo de sua vida. Na adolescência, a garotinha chique transformara-se numa bela jovem que atraia olhares por onde passava e foi assim que cruzaram os seus com os olhos de um dos irmãos gêmeos que saiu da capital em busca de trabalho e acabou encontrando o amor. Ele já morava na cidade grande e era exímio conhecedor dos pontos, turísticos ou não, e assim que pôde trouxe a amada para juntos apreciarem a bela paisagem urbana que tanto a jovem moçoila sentia falta além das montanhas. E ao se depararem com o segundo maior estádio de futebol brasileiro, o sagaz rapaz, engraçadão, confundiu a inocente noviça fazendo-a pensar que se tratava de uma enorme caixa d'água. E o pior, ela acreditou!"

E foi assim, dessa forma hilária, que o gêmeo entrou na vida ardilosa e Hérika conquistou horário fixo na Diot! Mas olhando assim, até parece mesmo um grande reservatório, rs...

Beijos queridos, especiais para os protagonistas dessa história surpreendente!

sábado, 13 de junho de 2009

VALENTINE'S DAY


Ah, o amor! Sem dúvida nenhuma, na minha modesta opinião, a Lu Minhoca é a mais romântica representante do NAI. É a mais meiguinha, mais delicadinha, mais fofinha... Mas não se enganem, pois é uma mulher e tanto. Batalhadora, confiante, profissional, mãe da Filó e mulher do Hudson. Pedreira! E ontem estive na ilustre residência dos Jardim Duarte e a Lu provou isso tudo. Decoração a luz de velas impecavelmente romântica com rosas colombianas, vinho tinto e fondue no cardápio. Tudo começou no salto, mas o saldo foi o de sempre.

Lu tinha que bater o cartão no Pata Aqui e se recolheu cedo. Menos breve que o Alessandro que começou a enrolar a língua antes do fim da terceira garrafa e se acomodou no amplo sofá do home theater. Odon e Ivana contrariaram a tradição chegando por último e saindo na frente. Noite dos namorados faz coisas!

E até a última gota da nona garrafa só mesmo eu, Gira, Bonitão e o mais naturalista do NAI que torce para que o mundo gire rápido e no ano que vem a comemoração tenha mais união, seja mais movimentada, mais swing. Ave, cada gente doida!

Foi só uma rapidinha por aqui, afinal é Dia de Santo Antônio.
Beijos

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Santa tecnologia

Olá!

A semana foi corrida e apesar das lembranças dos amigões, só hoje tive um break para escrever-lhes. Mas, eis que o Google, rei da tecnologia virtual, mudou toda a cara do meu blog! Não essa que vocês leem, mas a parte de trabalho, o fundão. E aí vai demandar um tempinho até o pleno domínio por essa humilde pessoa que vos escreve.

Quem somos nós para acompanhar do século XX em diante. Dia desses passei raiva com o Nokia 8Gb que ostento por aí e me lembrei, sorrindo, do meu primeiro celular. Gastei todo o meu salário de estagiária para levar para casa o Motorola Elite, usado. Era um espetáculo de telefone. A bateria durava 8 horas! Dava um banho no já falido PT 550. E de lá prá cá numa velocidade avassaladora, a Nokia desbancou a Motorola que não acompanhou a tecnologia digital e nos faz a cada 6 meses ter vontade de trocar nosso aparelho por um mais moderno. Não sei quem inventou o conceito de modernidade, mas duvido que a mente brilhante tenha pensado que alguns meses, semanas, dias ou mesmo poucas horas já transformaria um objeto de tecnologia de ponta, em algo old fashion.

Mas nem tudo se renova. Sábado passado cheguei com a noite ao Recanto do Lazer e dei de cara com nosso velho e querido amigo Odon ouvindo músicas que tocam no coração e balançando os enormes brações para lá e para cá ao mesmo tempo em que soltava a voz. Êh lá em casa! Pena que ainda vivo sob o trauma da última vinhada no recanto dos Paro Odon e não encarei a nobre taça de vinho tinto. Ivana nem sentiu minha falta e deu conta do recado mantendo a lucidez estomacal no dia seguinte, o que já mereceu minhas calorosas palmas e inveja branca.

Já me pego cheia de lembranças de coisas desse tipo: o primeiro celular; o dia em que tirei carteira de habilitação; quando conheci o Rodrigo de Paula; das risadas das besteiras do Fabinho; do "Ame e respeite sua pátria..." e coisas antigas do tipo. Mas me recuso a aceitar o velho bordão "É a idade!". Nada! O NAI não envelhece, adquire experiência! Fica combinado assim. E o deslocamento na coluna que me impediu de realizar as tarefas árduas como levantar da cama, escovar os dentes e trocar de roupa hoje de manhã, fazem parte dessa experiência... A Diot também é ortopédica?

(...)
Beijos entrevados!

quarta-feira, 27 de maio de 2009

SADNESS


Qual é o doce mais doce que o doce de batata doce?

(...)

Já viram cachorro jogar futebol? Pois eu vi no último domingo naquele sítio não invadido que conhecemos bem. Minha mãe estava jogando bola com o Marcelo - "Vóóó, vamos jogar futebol?", e que vó diria não? - e as fiéis escudeiras, Mel e Doce foram ver o jogo. Mas qual não foi minha surpresa quando vi que o gol a gol tinha se transformado numa partidinha entre mamãe, Celo, Mel e Doce? E adivinhem o artilheiro? Erraram! A Docinha pôs as manguinhas de fora e deu show de bola. Normalmente calma, tranquila e sonolenta, naquele dia ela estava com "a macaca". Foi lindo, lindo não fosse pela bola furada. E assim acabou o jogo naquele domingo. Eu disse a mim mesma que providenciaria uma bola para as meninas treinarem nos dias úteis em casa, mas não deu.

Não deu porque a Doce tomou gosto pela prática esportiva e na falta da bola, arriscou umas braçadas na piscina. Estava sem a bola para flutuar e não dominava a arte de Michael Phelps.

Dodô virou estrelinha e vai continuar como sempre desde que chegou aqui: no cantinho dela, com seu brilho próprio e girando...

Nosso coração é grande, cabe um tantão de gente. Mas o camarote é bem apertadinho e nele só entra com credencial. Adoramos tê-lo cheio e sofreeeeemos quando alguém vai embora. Uma vez V.I.P. sempre V.I.P.!

Docinha também andava igual...

Beijos e boa semana.

terça-feira, 19 de maio de 2009

Runners

Boa terça!

E o resultado do findi não poderia ser melhor! Na sexta conhecemos a Casa da Tereza que muito bem nos recebeu. O marido dela não come carne vermelha, mas come o resto todo do world! Tentava-se escapar do amendoim (impossível comer um só) caia no pistache (idem). Mansão acolhedora, calorosa, na medida. As crianças tiveram seu canto e com isso um palpite interessante da Mari: cada sexta na casa de um, para que as elas possam participar dos encontros. Gostei da idéia, e vocês? Bonitão não estava de rosa, mas chamou a atenção anyway. Quem ficou surpresa foi a Lu que no dia do casório não estava muito alerta, mas pôde rever toda a atuação do maridão em vídeo e em cores. Em suma, o Hudson é lindo de qualquer jeito!

Os donos da casa não puderam comparecer nos dias que se seguiram porque alguém tem que trabalhar nessa turma. Começamos a labuta no sábado no sítio não invadido do Zonzon meu saudoso vovô. Avô esse que daria muitas risadas banguelas com as nossas diotices... Cerveja gelada e abobrinha na conserva é uma mistura legal para antever uma prova de resistência. Resistência para quem enfrentou a Cremona, Jesus da cruz! O saldo foi excelente: acordei sem náuseas (não o mesmo para a Gira), Lili conheceu o Valete, meu dente ainda está doendo, Marcelo Papa Léguas tá felizão da vida e também tem um irmão gêmeo, Mauro Maurício e Hérika estiveram conosco (êehhh!), corremos de tênis e não de kart, Arthur e Marcelo são os amigos do mês e Renata está aprendendo direitinho na Guilherme School of Ardilation.

O que é um pontinho marrom no sítio? A Duda que fez amizade e deve estar cansada até hoje. Menina criada com vó é assim, nunca sai de casa e quando sai se esbalda. Seja bem vinda e volte sempre!

A corrida transcorreu ótima, apesar da Cremona, e já estamos inscritos na próxima. Odon e Ivana são nossos convidados de honra. Gostaria de colocar a colocação dos corredores aqui, mas após procurar no site oficial não encontrei o nome de todos e aproveito a oportunidade para lembrá-los de colocar o nome de nossa equipe no ato da inscrição: NÓS ANDAMOS IGUAIS. Esperamos ter o short rosa em nosso uniforme já no próximo evento (aguardem informações) e temos que honrar o nome da equipe. Vejam na foto que ilustra este humilde post que tem diot que além de não se inscrever na equipe que lhe dá abrigo e que tanto que lhe quer bem, ostenta camiseta REGATA de outra equipe. E tem também deputado que doa caminhão pipa para os invasores do MST. Esse é o país em que vivemos minha gente!

Beijos da Baré!

P.s.: Meu pai está bem, obrigada pela preocupação!

sexta-feira, 15 de maio de 2009

ERRATA

Olá!
Gostaria de me redimir aqui, via web, por ter mencionado em um post anterior que os gêmeos Mauro Maurício tinham sido "aceitos" como novos integrantes na turma. Claro que se tratava de uma brincadeira pois amizade não se faz assim, o lance é de pele. Mas gracinhas a parte, preciso dizer que na verdade, o NÓS é que foi aceito pelos gêmeos e não o contrário. Vejam bem: saí do meu costumeiro ballet na terça-feira para dar um abraço no gêmeo grande que comemorava naquela data algumas primaveras. Tomei uma ducha rápida e fui, família reunida, para uma resenhazinha. Qual não foi minha surpresa (boa, diga-se de passagem) ao me deparar com toda aquela classe, aquele estilo, aquele bom gosto e a fineza do casal Mauro-Maurício grande e Hérika em nos receber. Passamos horas agradabilíssimas naquele lar doce lar que nos ofereceu cardápio refinado, doces inacreditáveis e um surpreendente arroz doce! Ardilagem pega ou não pega?
Foi tudo excelente e hoje nos preparamos para mais uma visita muito aguardada onde não se come carne vermelha e não se pode usar saia curta.
Domingo vamos correr!
Beijos.

segunda-feira, 11 de maio de 2009

ÓREVER

Hello fellows!

Festinha mais ou menos no findi... Musiquinha ajeitada, turminha boa, tira gosto legalzão apesar de fora do circuito di Buteco, Original suada, continha super em conta, etc, etc e etc. Essa mistura nunca deu certo, mas ainda insistimos né...

Cheguei de roupa nova para prestigiar o amigo e o local que ocupa extenso loteamento na região sul da cidade. Saí despenteada e o Rodrigo ainda estava usando meu tapa-olho, que não sei dizer bem em que coreografia esse acessório entrou. Só sei que alguém precisava ter nos lembrado que não estávamos no sítio. E que, inclusive, tinha no mesmo ambiente inóspito, casais que poderiam estar em seu primeiro encontro e que para isso procuraram um lugar agradável, comidinha boa, cerveja no ponto e música ao vivo. Parece uma boa pedida para um primeiro encontro. O bonitão despencou laaaaaa do pós túnel para impressionar a mocinha em um badalado barzinho da zona sul e se depara com o vigésimo nono aniversário do Dipa.com.

Quando eu cheguei, Rodrigo estava levemente alterado. Quando fui embora, estávamos todos horríveis! Cláudio saiu puxado pelos cabelos depois de se familiarizar com Feto-feio, Rodrigo Carmem teceu mil elogios a nós mesmos (êh!!), Mariana indignou-se com a irmã mais nova da Tereza, Hudson é sempre o Hudson e eu e o Catito devemos muitas desculpas à Ki e ao Sá!!!

Com pouca memória e muitos compromissos, o Dia das Mães transcorreu sem maiores problemáticas (não digo o mesmo para o estômago da Renata, a irmã bastarda da Lu), aproveito o momento para parabenizar àquelas que, assim como eu, são imensamente felizes por padecerem no paraíso.

Odon, Fê e Jaca e outros amigos devem ter ficado com a orelha ardendo pela ausência... Mas sempre há tempo para novos encontros!

Beijos e boa semana com corridinha no domingo.