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Say a Little Prayer for You by Aretha Franklin on Grooveshark

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Tempo tempo mano velho...


Oi!

Que pressa é essa do mundo? Aonde ele vai quando sair daqui? Estamos em novembro!! Corremos porque o tempo passa rápido ou o contrário? Quem acompanha quem? O tênis ao relógio ou os ponteiros às passadas?

Questão absolutamente relativa. O tempo passa muito rápido quando a coisa tá boa, mas não tenho paciência pra esperar o leite esquentar no microondas, e meu cappuccino fica morno. Meu filho cresce numa velocidade que me espanta. A Carla vê os dela sem pressa nenhuma. E Deus conserve essa lentidão! Quando era eu a carregar o bebê no ventre, sempre impaciente, dizia que não via a hora de perder o volume abdominal e voltar à silhueta de miss (sim, sim!). Mas tinha sempre alguém a me dizer (aquelas tias...) que eu sentiria saudades daquela barriga. Concordam, Carla, Mel, Kelly, Laura e Renata (afe, esqueci alguém?)? Praga de tia pega e me lembro disso até hoje e em todas as noites que em claro passei só corujando o insone da casa.

Mas passa; tudo realmente passa. Principalmente os transtornos. Ficam os benefícios. Quer dizer, essa teoria é para os otimistas e de bem com a vida. É o meu caso! E tomara seja o seu também.

Como não ser otimista acompanhando o Pitoco na noite mais radical da vida da Fernanda? De boa intenção, o lugar estava cheio. Mas cumprir o combinado, só mesmo o clone do Tineca que até tentou animar a Naiara, mas o DJ não ajudou. Agora a Rainha quer mostrar o que ‘é uma balada de verdade’! Aquele lance... Onça e vara curta não combinam. Mas antes dela, Ana e Fê vão organizar no Verde Mar o show do Hot Pocket (era Chevette Hatch, mas...). Bom, o Retardado está muuuuito seletivo, mas Nós não!

A ressaca esperada para o sábado foi adiada (com exceção da Pretty Ana Woman) e fomos de tirolesa e capacete pra casa do Odon. Brincadeira, todos em segurança dessa vez, graças a Deus! Não o juízo, que me grudou no volante mesmo depois do excesso de certo vinho doce recomendado pelo Hudson. Mas deve-se considerar, sempre, o saldo positivo: Núbia não passou caxumba pra ninguém (apesar da insistência), Camané não teve a memória abalada pelo salto e lembrou-se do biquíni de crochê da Ana (que a Zilda do cinco fazia...), Marcelo Paulista finalmente me deu as fotos prometidas (consegui abrir!!) e marcou o Friends Day, Hudson continua lindo e fantástico no filé mal passado, Patty sempre muito bem relacionada, Marcelo aumentou o repertório e segue com sucesso, Odon e Ivana já tem estoque caso queiram entrar no ‘fashion world’, e o Galo... Bem, isso é papo prum outro momento...

Foi bom, foi ótimo. Las Gracias!

Beijos e nos vemos com ou sem pressa por aí.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Idade não tem idade


Quando eu era pequena (rs!!!), achava que aos 30 anos seria adulta, grande (rs!!!), independente, mãe de vários filhos e quase velha. Santa inocência! Bom, tenho um filho que dispensa comentários (mas acho bom ressaltar o quanto ele é lindo, gostoso e representa quase toda a minha vida), parei de crescer aos 12 anos, sou cada vez mais dependente das coisas e das pessoas e me mantenho jovem. Como assim? Lá no tempo do Santa Maria, eu tinha uma noção diferente do sentido de ser adulta. Eu achava que adultos usavam óculos constantemente, só falavam de assuntos sérios, tinham menos humor que os jovens em geral e se divertiam pouco. O tempo foi passando e minha idade foi me aproximando desse tempo. Surpresa boa! E melhor, me mostrou o quanto eu estava enganada com minha referência das pessoas adultas que eu me relacionava. O pai da Patty devia ser o cara mais bravo do mundo quando eu era criança. É o Tio Washington! E agora sim, estou dispensada de explicações. A primeira vez que fui à casa do Rodrigo, quase morri de vergonha e tive um ataque de tosse tão forte que a Alcina teve que ficar ao meu lado, enfiando o Melagrião goela abaixo.

Ok, fiz as pazes com os trinta anos. Mas 40... Óculos para vista cansada! Errei de novo, e ponto final. Ivana recebeu a idade vestindo balonê de bolinhas! Quer dizer, que venha! Enxerga bem, mas tem memória curta. Faltou gente importante no vídeo, mas whatever... E do alto dos meus trinta e poucos pude enxergar (com a vista levemente embaçada) que o que envelhece é a alma. Problema envelhece, solução renova; mau humor envelhece, felicidade renova; solidão envelhece, festa renova; desamor envelhece, paixão renova! Saí de lá 15 anos mais jovem (tá certo que meio zonza e já encomendando a sopa de batatinhas pro domingo), e muito feliz por constatar mais uma vez que o tempo pode ser amigo da gente. O tempo é meu grande amigo. Me dá segundas chances e me permite sempre ver novidades onde parecia tudo estagnado. Não tem nada acabado. Há quem diga que no fim, tudo se resolve. Se não resolver, é porque ainda não chegou ao fim. Parabéns Ivana, pela idade, pela festa, pelo astral!

O chão é o fim e o céu é o limite. Constatou o Camané que, certamente, valorizará mais e mais os bilhetes de check-in. Aliás, a enfermaria está lotada! Núbia, Jaca, Izabella e os médicos vestidos de "plantões" (boa Rodrigo!). Sem contar com a maternidade, aí fecha a ala inteira! Tomei o maior susto com o susto da Stefânia e por ela estou aqui que puxou minha orelha com carinho.

Susto é a palavra dessa semana curta. Demodèe na sexta por encomenda do Jaca e da Fê! Não dá pra não ir...

A gente se vê dos anos 70 aos 2000, certo Pitoco?

Laura, tudo bem?

Beijo gente.

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Ardilagem


Presente nos pequenos momentos da vida!

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Amizade Com Trato

Dei para me emocionar cada vez que falo dos amigos. Deve ser a idade, dizem que a gente fica mais sentimental. Mas é fato: quando penso no que tenho de mais valioso, os amigos aparecem em pé de igualdade com o resto da família. E quando ouço pessoas dizendo que amigo, mas amigo meeesmo, a gente só tem 2 ou 3, empino meu peito e fico até meio besta de orgulho: eu tenho muito mais do que 2 ou 3. São uma cambada. Não é privilégio meu, qualquer pessoa poderia ter tantos assim, mas quem se dedica?

Fulano é meu amigo, Sicrana é minha amiga. É nada. São conhecidos. Gente que cumprimentamos na rua, falamos rapidamente numa festa, de repente sabemos de uma fofoca pesada sobre eles, mas amigos? Nem perto. Alguns até chegaram a ser, mas não são mais por absoluta falta de cuidado de ambas as partes.

Amizade não é só empatia, é cultivo. Exige tempo, disposição. E o mais importante: o carinho não precisa - não deve - vir acompanhado de um motivo.

As pessoas se falam basicamente nos aniversários, no Natal ou para pedir um favor - tem que haver alguma razão prática ou festiva para fazer contato. Pois para saber a diferença entre um amigo ocasional e um amigo de verdade, basta tirar a razão de cena. Você não precisa de uma razão, basta sentir a falta da pessoa. E, estando juntos, tratarem-se bem.

Difícil exemplificar o que é tratar bem. Se são amigos mesmo, não precisam nem falar, podem caminhar lado a lado em silêncio. Não é preciso troca de elogios constantes, podem até pegar no pé um do outro, delicadamente. Não é preciso manifestações constantes de carinho, podem dizer verdades duras, às vezes elas são necessárias. Mas há sempre algo sublime no ar entre dois amigos de verdade. Talvez respeito seja a palavra. Afeto, certamente. Cumplicidade? Mais do que cumplicidade. Sintonia? Acho que é amor.

Oh, céus! Santa pieguice, Batman! Amor? Esta legalenga de novo? Sério, só mesmo amando um amigo para permitir que ele se jogue no seu sofá e chore todas as dores dele sem que você se incomode nem um pingo com isso. Só mesmo amando para você confiar a ele seu próprio inferno. E para não invejarem as vitórias um do outro. Por amor, você empresta suas coisas, dá o seu tempo, é honesto nas suas respostas, cuida para não ofender, abraça causas que não são suas, entra numas roubadas, compreende alguns sumiços, só que liga quando o sumiço é exagerado. Tudo isso é amizade com trato. Se amigos assim entraram na sua vida, não deixe que sumam.

Sendo assim, amigos, não sumam!

Bonitinho não é...? Adaptação (quase fiel) de um texto da Martha Medeiros
Beijos.

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

As Cores das Coisas



Que cor tem a novidade? Já pensou nisso? Uma roupa nova, um carro, um brinquedo, uma nova perspectiva. Fica tudo iluminado, irradia cor. Parar só é bom mesmo pra descansar, para qualquer outra coisa, move on, corra atrás da sua novidade! Dificilmente uma nova oportunidade cai do céu. Há que se empenhar na labuta e mostrar muito envolvimento no horário comercial para trocar 'coisas' velhas por 'coisas' novas. Mas nem tudo na vida são 'coisas'. Um bom pedaço dela é formado por pessoas, sentimentos, amores, desejos... E essas coisas que não são 'coisas', não tem preço.

Não se precifica uma amizade, um beijo de um amor incondicional, um coração apaixonado. Esses sentimentos são combustíveis que nos movem às novidades das nossas próprias vidas. Se eu amo, eu quero. Se eu quero, eu luto. Se eu luto, eu insisto. Se eu insisto, eu venço.

Só tem uma brechazinha de nada nesse roteiro Manoel Carlos. Conseguimos sempre o que queremos? Nem sempre. Mas voltamos no tempo e na teoria de 'Quando um sonho vira meta'. O tempo é mordaz e nos desafia a sanidade. Nada melhor que tê-lo como amigo, "amigo do mês".

A gente ama o Galo e não deixa de torcer. A gente ama o findi e não deixa de trabalhar. A gente ama a vida e não deixa de saudar.

Ver a cor das coisas é muito legal, importante e vital. Continuemos então querendo. É o primeiro passo para conseguir!

E seguimos assim, sonhando; para que um dia fiquemos então, realizando.

Um beijo na sua vida cor de rosa, azul turquesa, verde bandeira, vermelho paixão...


P.s.: A Rainha Naiara continua tocando, com maestria, o Reveillon. O Marcelo Paulista ficará por conta das fotos e o Rodrigo das carnes pro churrasco.
(...)
E o Xaxá vai votar no Serra...

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Jogos da Vida Real

Oi gente! Desculpe a ausência; obrigada Fê pela declaração declarada de amor; Laura pela saudade (que delicado...) e blá, blá, blá. E agora, momento reflexão...
Lembro-me de um brinquedo, um jogo, que amava e odiava, mas brincava muito na segunda infância. Torremoto. Dia desses inclusive vi uma versão xing ling desse jogo e me contive para não comprá-lo e dar à minha criança em seu dia. O lance do momento é um carrinho que muda de cor quando colocado em diferentes temperaturas. Venceu o brinquedo tecnológico. Afinal, nunca fui tão gente grande quanto nos dias da atualidade... Não estou em condições de escolher um presente diferente daquele que me foi encomendado.

Mas depois fiquei pensando nas similaridades do passado e do presente. Eu odiava o Torremoto porque o jogo é tenso. Sentia aquele pânico 'de montanha russa' o tempo todo e pra mim tinha pouco jeito de diversão. Em contrapartida, estimulava o pensamento estratégico, a calma, a arte da paciência... Embora eu não soubesse disso naquele tempo, eu curtia.

E eu aprendia a construir, a encaixar as peças no lugar certo e assim evitar que a torre desabasse. Alguma similaridade com a vida? Escolher as coisas certas, nas horas certas evitando que a sua torre pessoal caia sobre a sua cabeça.

A vantagem do jogo: sempre era possível começar de novo. Burrice de quem se concentrava sempre nas mesmas peças. Um novo jogo possibilitava um milhão de novos caminhos... Mas a tensão era sempre a mesma. Nunca sabíamos se a estratégia da vez seria melhor que a errada da versão anterior.

Alguma similaridade com a vida?

Não podemos fazer um novo começo, mas é sempre possível experimentarmos construir um novo fim (baseado nas palavras de Chico).

Um beijo!

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

QUEM AMA O QUE

BOLA AMA FUTEBOL,
FAUNA AMA FLORA,
CABEÇA, BONÉ.

BOCA AMA BEIJO.
ESTRELA AMA CÉU,
SIRI, MARÉ.

MÃE AMA FILHO,
TATU AMA TOCA,
BOMBINHA, BUSCA PÉ.

NATAL AMA PRESENTE,
FLORESTA AMA ÍNDIO,
VATAPÁ, DENDÊ.

PALAVRA AMA VERSO,
SORVETE AMA CRIANÇA,
BATATA, PURÊ.

AMOR AMA CORAÇÃO,
DEUS AMA TUDO,
NÓS, VOCÊ.

COM CARINHO. FÊ, JACA E CLARA.

POESIA DE LALAU E LAURA BEATRIZ.




MUITAS VEZES PODEMOS NÃO FALAR A MESMA LÍNGUA, TEMOS ÉPOCA DE IMPACIÊNCIA UMA COM A OUTRA, MAS NADA ESTREMECE E, A HORA QUE MAIS PRECISAMOS ESTAMOS ALI, JUNTAS, CHORANDO OU SORRINDO (GARGALHANDO ÀS VEZES. LEMBRA DO CASO DO SAPATO?). BRIGANDO OU DISCUTINDO. CONCORDANDO OU DISCORDANDO...
GRAÇAS A DEUS TIVEMOS FILHOS LINDOS E ISSO CONTRIBUIU BEM PARA AFINAR A CONTA DE TELEFONE, PORÉM CONFESSO QUE, DE VEZ EM QUANDO, ME DÁ VONTADE DE VOLTAR AO TEMPO E REVIVER ESTES MOMENTOS QUE NÃO VOLTAM MAIS...
ENFIM, VOCÊ SABE O TAMANHO DO MEU AMOR POR VOCÊ, DO QUANTO TORÇO PELA SUA (SUAS) FELICIDADE E DO QUANTO TENHO A AGRADECER PELA SUA AMIZADE.
NÓS AMAMOS IGUAIS. E NOSTALGIAS À PARTE...

Fê