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Say a Little Prayer for You by Aretha Franklin on Grooveshark
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quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Felice!


Gente, eu detesto fazer compras em supermercado. E sou uma pessoa (cada vez mais controlada) consumista. Digitar a senha do cartão de crédito e dizer “obrigada” à vendedora é um prazer inenarrável. Cura qualquer tristeza, dor de cotovelo, TPM... Mas isso não vale para supermercado. A lógica da compra é a mesma. Entramos naqueles corredores arrumadinhos, todos os produtos com os rótulos virados na mesma posição (essa é a indicação certo, Bonitão?) e é só pegar e colocar no carrinho. Para aqueles que são compulsivos, isso é ótimo! É pegar e levar. E se o compulsivo em questão não tiver como digitar a senha do cartão para levar os produtos pra casa, é só abandonar o carrinho e sair da loja com a sensação boa de ter tido opções de ‘coisas’ para si.

Mas eu detesto essa parte, posso então concluir que não sou compulsiva. A gente entra no estacionamento do local, onde invariavelmente a linha do celular cai e interrompe a conversa que inadvertidamente estávamos tendo, embora uma das mãos estivesse guiando o volante. Raiva um.

O estacionamento geralmente é quente (por quê?) e depois da árdua tarefa de encontrar uma vaga próxima a rampa que leva à loja, vamos à escolha do carrinho de compras. Olhamos, testamos e por fim escolhemos o que nos parece ideal e que nos primeiros 50 metros falta ri da nossa cara, pois o carrinho eleito é SEMPRE o desalinhado. Raiva dois.

Iniciamos a compra. Até que esse pedaço é bom. Uma loja grande, cheia de coisas bonitas (os rótulos me encantam...) e algumas delas vão comigo pra casa. Mas aí, você entra num corredor em que várias pessoas estão lá e vão abandonando os carrinhos porque o promotor parou aquela carregadeira gigante dele para arrumar a prateleira e obstruiu o espaço. As manobras vão ficando mais difíceis, mas vamos lá. Pegamos os produtos na prateleira (com os rótulos...) e colocamos os escolhidos no carrinho. E assim passamos por um, por outro e mais um corredor. A fome vai aumentando porque o estômago é visualmente guiado. Mas aí aparece uma promotora toda simpática com aquele suspensório tipo baleiro, um guardanapo e te dá um naco de algum petisco. “Obrigada!”. Alivia um pouco e continuamos a saga. Mais um produto da prateleira para o carrinho, e outro e outro... Material de limpeza! Ah, que delícia. Por que a garrafa de água sanitária sempre fica mal fechada? Aprendi a conferir a tampinha só depois de chegar a casa com o porta-malas cheirando àquilo... Pegamos um litro disso, outro daquilo e o carrinho vai ficando cheio. Nessa hora, já dá pra ver o limite se aproximando. Por fim as frutas que ficam por cima dos demais itens, pois não podem amassar. Alguém sabe como escolher melão? Kiwi? A diferença entre agrião e rúcula? Que cará e inhame são a mesma coisa? (...) E ainda o cuidado com o pão de forma que é mais melindroso que o cabelo do Dipa. Acho isso igualmente hilário. Um bem de consumo hiper sensível que é muito bem lacrado com... pedacinhos de arames cobertos com plásticos coloridos e podem ser abertos e fechados por qualquer um e novamente colocados na prateleira sem que ninguém saiba. Tão protegido quanto Alcatraz!

Pronto! Vamos ao caixa. Êba, fila! Raiva três. Certa vez, fui num lugar desses e só não tinha fila no “Caixa Prioritário para Gestantes”. Eu entendo como prioridade assim: se as grávidas tem prioridade naquele local, eu cedo minha vez a elas, mas se não há nenhuma grávida ali, posso usar o espaço, certo? Até hoje não sei por que não me preocupei em decifrar esse enigma. O fato é que esse era o único caixa vazio e entrei com meu carrinho no corredorzinho da esteira do caixa. A moça me olhou e dissemos:

- Esse caixa é prioritário para grávidas.

- Que bom, obrigada.

- Mas a senhora não está grávida.

- Mas não tem nenhuma grávida aqui. Então se o supermercado ficar o dia inteiro sem que nenhuma gestante tenha o delicioso trabalho de fazer compras, você fica só olhando o movimento dos outros caixas e dos clientes na fila?

- Não sei. Mas esse caixa é prioritário para grávidas.

- Aqui, não conta pra ninguém, mas eu estou grávida. Já dá até pra ver a barriga, olha só.

- Ah, é mesmo (??)?! Então pode passar.

Raiva quatro. Mas então, mesmo para as grávidas, chegamos ao caixa, e todos aqueles produtos com os rótulos lindos que escolhemos nas prateleiras, estão misturados no carrinho e precisamos tirar um-a-um para colocar na esteira e a moça, normalmente simpática, passar no leitor ótico e começar a nos esfaquear mesmo que sem o instrumento. Aí o produto entra de um lado e lá no fim temos que pegá-lo e começar a embalar. Nessa hora, utilizamos nosso movimento polvo. Um dos tentáculos tira os produtos do carrinho, o outro embala nas sacolas rasgáveis e o terceiro vai colocando as sacolinhas no carrinho que já está posicionado do lado de lá. Todos os produtos lidos oticamente e guardados nas sacolas, vamos embora.

Direto ao estacionamento quente que dessa vez fica ainda pior, pois o nosso tempo lá é maior. Tirar todas as sacolinhas e acomodá-las no porta-malas do carro. Irritada? Raiva cinco. E aí chegamos em casa e tiramos novamente todas as sacolinhas, colocamos no carrinho (esse totalmente sem alinhamento) do condomínio, que vai direto pro elevador. Aperto o 9 que é o meu andar. Saio com o carrinho do elevador, entro em casa e vou tirando novamente todos os embrulhos que dessa vez serão acondicionados em casa e nem me lembro dos rótulos dessa vez... E semana que vem tem mais...

Gente, feliz 2011! E caso você também não goste de supermercados, faça compras pela internet. É difícil, mas é possível. Viu? Para tudo tem jeito!

Beijos.

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Olá e Feliz Dois Mil e Dez!


A passagem de ano nada mais é que a fonte da juventude. No sentido de se renovar, re-acreditar, revigorar, tomar um fôlego tipo aqueles que precedem um grande e intenso mergulho. É incrível como uma roupinha branca, meia dúzia de foguetes (foi mal Copacabana!), umas tacinhas inocentes de champagne e as já conhecidas músicas da virada tenham tanta força sobre nós mesmos!
Cheguei de viagem ontem cedo, acordei muito antes das galinhas e peguei estrada rumo à minha office desk. Fiquei cansada, claro! Mas penso que se essa mesma situação tivesse ocorrido na semana passada, última semana do ano, não haveria formas de erguer o corpo para cumprir as 8 horas de trabalho. No meu íntimo, apesar do cansaço extremo, pensava exatamente assim. O Réveillon é para mim como kriptonita para o Super-Homem!
E a Patty, mais uma vez, me fez chorar na virada. Ela me lembrou que não estávamos juntas (os) e, tenho que admitir, Eu Andei Igual não é o mesmo que Nós...

Mas curti a passagem, também assisti a um show de fogos e não sabia o que me emocionava mais, se o clima de esperança das pessoas ou se a imagem doce do rosto do meu filho olhando para o céu com um sorrido tímido de quem está com sono sendo carregado nos ombros de seu pai. Logo atrás era o meu pai que estava abraçado à minha mãe, esta com os olhos marejados pela emoção do momento e a saudade da filha ingrata (he, he) que estava fazendo Tim-Tim em outra praça.

Réveillon é absolutamente emoção pra mim. Minha amiga e fiel comentarista Laura Friche não gosta de Natal e nem Réveillon. Confesso que tive uma ponta de inveja quando ela me disse que passou o Natal em casa, com o marido e o filho. Celebraram, trocaram presentes, provaram a ceia e degustaram o vinho. Mas quando chegou o sono, eles não precisaram domar os arreios sociais e simplesmente se entregaram à Morfeu. Boa pedida já que os natais da minha família não ultrapassam os horários da programação da TV aberta. Mas o Réveillon Laurets... Eu amo essa festa, e volto ao início deste post, pois acho mesmo que o Réveillon é uma das melhores festas do ano e ainda tem propriedades terapêuticas de renovar minha mocidade!

Desejo a todos, além de um ano simpático, que os próximo 365 dias, a contar dos primeiros sinais dos fogos cariocas, sejam de renovação constante, de alegrias, saúde pra dar e vender além de muito dinheiro no bolso.

E se você, ganhador da mega sena da virada, estiver lendo esse post, saiba que sempre te admirei! E que apesar de ter feito mil planos para o momento em que minha conta fosse recheada com o dinheiro que agora lhe pertence, torço para que tudo dê certo na sua vida de milionário! E se um dia for à Mônaco, por favor, leve meu amigo Rodrigo de Paula e faça com que as histórias dele sejam, enfim, reais. Nada pessoal Dipa, eu também amo você!

Beijos sortudos e renovados!

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009


Sona!
Buon Anno!
Feliç Any Nou!
B o n n e A n n é e!
A n N o u F e r i c i t!
F e l i z A n o N o v o!
F e l i z A ñ o N u e v o!
H a p p y N e w Y e a r!
F r o h e s N e u e s J a h r!
money
no bolso
saúde pra
dar vender

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

O que é o que é... Dois pontinhos no Vaticano?

Ho-ho-ho!

Papai Noel esteve na sua casa? Não?! Nem na minha... Imagina a correria do bom velinho! Mas em tempos modernos o Natal não é feito só de papai e quem esteve na minha ceia bem vestida e com o saco vermelho nas costas foi a Mamãe Noel. Minha criança que até ano passado não conseguia encarar o abraço no velhinho, ficou em êxtase ao ver a espécie descendo a rampa (já que seu trenó ficou estacionado lááá em cima), correu ao seu encontro e deu-lhe um abraço. Deveria ser demorado tamanha espera, mas apressamos os cumprimentos antes da frase 7.1: "Já não te conheço de algum lugar?". E a Mamãe tirou do grande saco o presente exato tal qual pedido na Guia de Solicitação de Presentes Imaginários.
Ela foi legalzona e para deixar os adultos felizes (e ofuscar os olhos curiosos das crianças do século XXI) jogou balas aos ventos e só então tocou o sininho improvisado seguindo rumo ao trenó, pois as renas preguiçosas não foram buscá-la.

As mulheres chiaram tanto e clamaram por igualdade de direito, que nesse ano Mamãe Noel perdeu a Missa do Galo!

Mas isso não aconteceu na Washington´s House. Sabidos que são, fixaram os olhos em frente à grande TV de 29 para encontrar um milagre. Tio Washington, Tia Su e Patty alternaram as piscadas de olhos para não perderem a cena do Cláudio e Carla no Vaticano. Tal qual o Joey em suas aparições nas grandes séries de TV... Mas não deu. Eles não foram filmados, tal qual o Joey em suas aparições nas grandes séries de TV... Assistiram toda a missa, amém, mas nada de “Filma eu Galvão!”.

Não gosto muito de Natal. Acho que o clima de festa transforma-se em um peso quando entra a palavra Natal. Posso estar enganada, mas esse é um sentimento comum. Dia desses uma amiga querendo dizer que tinha uma família unida e divertida emendou: “Para se ter uma ideia, o Natal lá em casa dura até as 4 da manhã!”. Ela usou esse argumento porque sabe que pode diferenciar a família dela das demais, pois normalmente o Natal não dura nada além do necessário... É uma grande festa, gastamos fortunas nos shoppings centers, arriscamos a vida nas estradas e avenidas das grandes cidades só para dizer ’Feliz Natal’ pra nossa família. Estamos ali, mas torcendo para sairmos dali. Eu tenho uma família muito unida. Mas nossos natais não duram até as 4 da manhã. Qualquer festinha é desculpa para esperar o sol nascer ou um almoço pode facilmente se estender até as 6 da tarde, mas no Natal...

E por isso vou esticar ao máximo a doçura da chegada da Família Noel na minha casa. Tá certo que não teve mais conversa com o Marcelo depois da passagem das renas, mas a alegria dele foi para mim suficiente para agüentar o sono. Esse ano minha família foi médio-legal: ficamos até as 2. E a sua? O réveillon vou passar em família e não espero nenhum clima de natal...

Para quem ainda tem dúvida do que vestir na hora da virada segue um guia:

Branco:
Traz paz, calma, ordem, simplicidade, harmonia e estimula os sentidos. Significa inocência e pureza. Cor tradicional do ano novo.

Dourado: Traz sorte e riqueza. Cor para quem quer ganhar dinheiro.

Rosa: É a cor da feminilidade, da afeição e do romantismo. Deve ser usada por quem quer viver um grande amor.

Verde: Traz vitalidade e confiança. Tem efeito calmante, relaxante e está ligado à harmonia e equilíbrio. É também a cor da fertilidade e da esperança.

Amarelo: É a cor da prosperidade. Estimula o otimismo, a criatividade, a inteligência e é a cor ideal para quem quer trazer alegria para seus dias.

Laranja: Significa movimento e espontaneidade. A cor estimula a sensação de calor e alegria, trazendo ótimas vibrações e disposição.

Azul: Representa serenidade, tranquilidade e segurança. Cor ideal para quem quer calma e confiança.

Vermelho: Significa amor, elegância e requinte. Funciona como estimulante e melhora o ânimo de quem usa. Ideal para as pessoas que desejam viver a vida intensamente.

Preto: Silêncio, elegância, luto. Não é aconselhável o uso durante o Réveillon.
Roxo: Atrai nobreza e poder para sua vida.

Cinza: Cor da incerteza. Não fica bem o uso no réveillon para quem quer algo de fato para o ano que se inicia. A cor na versão prata acrescenta glamour.
Marrom: Por ser a cor da terra, remete à solidez, indica segurança em todos os ramos da vida.
Eu desejo a todos um 2010 colorido!!

Beijos.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

DOIS MIL INOVE

Gente, oi, que saudade!

Enfim arrumei bytes suficientes para me comunicar por aqui!!!!!! Acabou 2008, já estamos alcançando o fim do primeiro trimestre de janeiro e, apesar das árduas tentativas, não havia ainda conseguido me manter "de pé" na web. Na Região dos Lagos, o trânsito virtual estava pior que o real. Talvez o mau tempo tenha contribuído para isso, vai saber...

O fato é que o vento virou, o sol se firmou e a galera alegrou. Rabisquei alguns rabiscos para enriquecer os posts anteriores, mas acabaram ficando lááááá no ano velho. O que posso dizer é que pulei as ondas (pulei nove, resolvi multiplicar a tradição), vesti roupas brancas e acessórios coloridos para garantir amor e progresso além do desejo da paz.

Sempre no início do ano me lembro daquelas bem traçadas linhas de Carlos Drummond de Andrade que fala sobre dividir o tempo em fatias (a hora em 60, o ano em 12, o dia em 24...) e fica inevitável não render mais nada após o término da leitura, ou da lembrança, como nesse caso.

Entramos em mais um ano novo com o pé direito, com planos de mudanças e cheios de vontade. O pé direito não faz mal nenhum, é uma crendice totalmente inofensiva (desculpas antecipadas a quem se ofender), mas vejam só como somos enganados por nós mesmos. Fazemos planos, nos motivamos, nos preparamos e... nos boicotamos. Janeiro é o mês das promessas de que tudo vai melhorar afinal o ano é novo e teremos os trezentos e sessenta e cinco dias inteiros para cumpri-las. Para reforçar a fé, colocamos no braço aquelas enigmáticas pulseirinhas do Senhor do Bonfim e com ela ficaremos até que os desejos se cumpram. Mas depois da quebradeira, vem aquela ressaca costumeira e deixamos para começar o Ano Novo no segundo dia. Dia 02 é aniversário da Rê Dipa e deixamos a academia para 03 ou 04... Por essas contas rápidas e pela lista de aniversariantes ao lado, o mês de janeiro começa em fevereiro. Fevereiro tem carnaval e nosso maior esforço ainda está na realização osmótica dos desejos da fitinha. Lá pro fim de março, começamos a engrenar no Ano Novo e aí... nos demos conta de que perdemos 3 MESES!! E assim retomamos o ciclo interminável da correria e do stress que acabamos por culpar o "ritmo dos grandes centros" e não a nós mesmos.

Já sem fôlego e na luta para manter o que temos de fato funcionando, começamos e questionar que pulseirinha é aquela em nosso braço que nos dá o maior trabalho para esconder nas festas em que o traje de gala definitivamente não combina com as Havaianas do verão. São difíceis para serem amarradas, ficam feias e desfiadas rapidamente (mas não se arrebentam) e lá pelo mês nove, pode ser que nem nos lembremos mais que pedidos estão amarrados naqueles nós - cegos. E o ano novo vai ficando lugar comum até que se torna velho e venham de novo as pulseirinhas... Quanta ingenuidade!! Tudo crendices...

Vou ficando por aqui aproveitando o vento sul, o céu azul e encarando as formas de realizar meus planos pessoais para o ano novo. Segundo o Cláudio, que é um sábio, quem manda é ele e não seu fígado. Vou também mostrar quem dá as ordens por aqui, do meu jeito, sem firulas. O acessório que vocês notarão no meu pulso direito é só para combinar com meus olhos, não tem nada a ver com a forcinha que estou confiando receber De Todos os Santos da Ivete e outros baianos...

Beijos e, com mandinga ou sem mandinga, o importante é ter fé e percorrer com ela na realização de todos os seus desejos!!
FELIZ, aliás, FELICÍSSIMO DOIS MIL INOVE!!!

segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

Nas areias escaldantes do deserto da Cataluña

Bom voltar!
Segredo para manter-se jovem? Não deixe de aproveitar as férias de janeiro. Esse mês tem que ter praia, faça chuva ou faça sol. Férias são sempre férias. Mas as de janeiro tem um gostinho especial de remember, da infância, dos tempos em que ficávamos 60 dias ou mais completamente à toa, mas no fundo, no fundo queríamos ser grandes! E qual foi o pai e/ou a mãe que nunca disse: "aproveite os melhores anos de sua vida...". Por que teimamos com os pais não é? Burrice danada...
E foi isso o que fui fazer. Depois de um Reveillon animador, estive na praia com dias de sol (até que enfim Cabo Frio!) com bem menos que 60 dias, mas ainda assim deu pra sentir o gostinho daqueles tempos e lembrar com saudade e certa curiosidade. Quando acabavam as férias, eu voltava levemente corada para o Colégio Santa Maria para rever os amigos. É claro que no colégio havia mais que amigos, mas a saudade era deles. E olha que incrível, chegamos ontem após parada célebre no Roselanche (onde a Patty confirmou a braveza e me ajudou a xingar um imbecil careca que roubou nossa vaga) e fomos pro aniversário do Guilherme... rever os amigos! Foi como chegar na hora do recreio! Todo mundo junto, contando com rapidez as novidades e confirmando a presença para o ano inteiro. Só faltou a Maristela e a Luela!
E a mistura de lembrança com realidade nos trouxe um novo personagem: Rei da Rave agora é Juninho Play. E a conversa fiada ainda nos animou a dar nomes aos troféus de 2008. Xaxá continua se esforçando para alcançar o bi campeonato e conquistar o agora intitulado "Troféu Fifi".
É isso amigos. O ano começou com muita promessa boa, novos ares, velhos amigos e amores.
Vejam o vídeo irresistível da dupla Kreber e Quinzinho que nos divertiu no Reveillon: http://br.youtube.com/watch?v=MlppiGNI8zA
Beijos.

sexta-feira, 4 de janeiro de 2008

Boas entradas!!!

Se o ano for como o Reveillon.... bom demais. Veja só:

1. Lu criará o grupo "Vocês Não Andam Iguais";
2. Hudson vai fazer belos assados pelo ano;
3. Patty vai dançar, cantar, tomar sol e champagne e ainda ter sempre uma alegria contagiante;
4. Regina vai ter leves desconfortos ventrais (!!!);
5. Telma vai passar o ano calminha, calminha;
6. Marcelo Pavão vai aprender a pilotar com raça o jet sky;
7. Girafa nunca mais sai do pufe;
8. Marcelindo vai mesmo ser o "Quinzinho Motoqueiro";
9. Gabi nunca vai esquecer de tudo o que viu....
10. Dri vai espirrar e ficar mal humorada (ah nem!!!!!);
11. Catito vai beber, beber, beber e perder a festa;
12. Xaxá, (...) Well, o Xaxá............................
13. Kizzy, para sempre, o melhor molho Dijon ever!
14. Sá vai dominar os sistemas bancários do mundo;
15. Cláudio vai trocar a cerveja pela champagne e misturar tudo na sauna;
16. Carla vai usar colar de papel higiênico all over the year (ela recusando o mimo, foi muito engraçado!!);
17. Washington, Sueli e Otelo vão ganhar a próxima São Silvestre;
18. Rodrigo com as coisas tortas, andando de perna aberta, nunca vai saber a tabuada. Schiu!!
19. Núbia vai ser pomponete ou líder de torcida;
20. Ju um dia se tornará realmente a tão sonhada fada;
21. Flávio vai ter que encarnar o Peter Pan!
22. Guilherme vai ter força pra agüentar o pique da galera por muiiito tempo ainda;
23. Renata eternizada com o jeito mais tranqüilo do mundo, controlando bem um motorzinho ininterrupto;
24. Arthur vai concorrer a São Silvestre, mas com certeza, chegará depois do Washington!

Guys, estava tudo muito bom. A companhia não podia ser melhor, mais divertida e calorosa.
Queria estar mais saudável para aproveitar t-o-d-o-s os momentos porque sei bem o que perdi (1,2,3, plin, 4,5, plin.... Rodrigoooooooooooooo)! Mas espero compensar ao longo do ano e não decepcionar vocês! Afinal, já estamos concorrendo aos próximos troféus.
Amo muito tudo isso e espero fazermos mais vezes.
Todas as datas em que estamos juntos mereciam um título de feriado!!!
Beijos!!!!!