own..

own..
Say a Little Prayer for You by Aretha Franklin on Grooveshark
Mostrando postagens com marcador back to life. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador back to life. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Você é íngreme?



Transformar dias úteis em inúteis: ideia de gênio. Genial! Quem criou o feriado?

Posso imaginar o Paulista defendendo a segunda feira e o Baiano angariando votos para os day off. Mas assim, sem muito esforço. Pôs o Chicletes na vitrola e aguardou os resultados. O Carioca quis logo reservar as segundas e sextas para o seu estado e garantir weekends maiores, mais espertos, mais onda, mais marra... Enquanto isso, o Mineiro enrolava a palha e bebericava um golim de cachaça genuína enquanto esperava a decisão. Ardilagem disfarçada - o famoso come quieto - de quem já torcia pelas terças e quintas prevendo o "emenda". Não importa como foi. Deu certo!

Aproveitar os dias de folga como quiser! Mas ultrapassar em faixa contínua não é coisa de gente íngreme, segundo a mãe da Manu. "Vai me dizer que não existe essa palavra?" Sim, existe! Assim como whatever, Herson Capri como símbolo sexual, subidas íntegras e coisinhas do tipo. Não tá entendendo nada? Você tomou ácido litúrgico hoje?

(...)

E teve ótimo. Com algumas falhas de memória e passeio no Lago de FurnAspen... Mas nada que 40 gotas de Novalgina não resolvessem. Talvez 80 ou 120!

E afinal de contas, o feriado existiu ou não existiu???

"Ter uma casinha branca de varanda/ Um quintal e uma janela/ Para ver o sol nascer..."


:)

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Olhe bem no fundo dos meus olhos


“Que beijar bem depressa, desestressa e é bom pra dor de cabeça.” (Affonsinho Heliodoro)
Ontem li um texto muito legal do Jack Bianchi, mas que não traz nenhuma surpresa. Sim, dias não nos trazem surpresas, nós os fazemos surpreendentes. E assim fez o autor ao escolher um tema do cotidiano e dar a ele um brilho intenso e diferente, brincar genialmente com as palavras e nos fazer pensar.
Se hoje fosse o último dia da sua vida, o que você faria?
a)      Ficaria preocupado com o pouco tempo que lhe resta;
b)      Aproveitaria com insanidade os últimos minutos;
c)       Analisaria sua trajetória;
d)      Despedir-se-ia dos amigos;
e)      Choraria a má sorte.

(Desejo marcar a letra f). Nem ir ao céu e nem a terra. Quero continuar fazendo o que faço todos os dias. Não ter tempo perdido nem gasto com excesso. Desejo sempre olhar pra frente e para trás e reconhecer nos meus dias, as loucuras que me levam até você.

“Mas talvez você não entenda essa coisa de fazer o mundo acreditar que meu amor não será passageiro, te amarei de janeiro a janeiro, até o mundo acabar!” (RC)

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Dona Florinda


Todo mundo um dia fica triste, até o Garfield. Todo mundo um dia exagera na lasanha, até o Garfield. Todo mundo um dia dorme mais que a cama, até o Garfield. Todo mundo um dia acorda com aquela preguiça, até o Garfield.

Eu tinha um amigo na escola que não gostava do Garfield, preferia a Mafalda. Era uma briga para defendermos nossos heróis. Mas com muito bom humor, porque o maior herói da minha infância era mesmo o Kiko, amigo do Chaves. Engraçado, ardiloso, medroso, pirracento e adorável.

Meus heróis do bom humor erram, não estão sempre certos. A identificação com a Dona Florinda foi maior que com a Mulher Maravilha. Mais fácil ter bobes na cabeça que pilotar um avião invisível. Segurar a pose de super herói deve ser um saco. No caso da Vila do Chaves, o esforço gigante é em manter o aluguel em dia. Mas nem isso o Seu Madruga conseguia, e ainda assim, divertidíssimo!

É isso o que eu quero. Não ser perfeita (basta a Pimpa!), preguiça na segunda, lasanha no domingo e aluguel em dia. Professor Girafales... Bem, esse vou deixar pra Chiquinha, quem sabe?

Permita também o mau humor! Ele pode valorizar ainda mais os dias bons...

Beijos.

segunda-feira, 17 de outubro de 2011


Segunda-feira!

Hoje acordei decidida a saudá-la. O fato de eu me sentir tão bem na sexta, pode incomodar a segunda. Sabe, né? Ciúme bobo dos dias da semana. Então optei pela trégua. E reforcei no mais profundo do fundinho das minhas neuras, que eu só amo a sexta-feira porque a segunda existe! É ou não é? O que valoriza o final de semana é justamente o meio dela. Irônico, porém so true...

Boa segunda, terça, cinema, Angra e meu amor de volta!

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

2ª Segunda...

Como deve ser viver próximo a um vulcão? Viver = morar, dormir, acordar, trabalhar, namorar, entender, falar, divertir... Deve ser um trem de doido! Sim, porque ouvimos dizer do que ele é capaz, mas quando está sem atividade, é tranqüilo com um grilo! Mas eis que o caldo esquenta. Será que dá tempo de fazer alguma coisa? Se for no inverno, as pessoas podem pelo menos passar em casa e trocar o suéter de gola rolê por uma leve camiseta de malha Hering? Pois que a temperatura sobe ninguém duvida! Eu acho que não há tempo para isso. Acho que as pessoas correm, desesperam, choram. Não dá tempo de entender nada. Ninguém quer entender nada, cada um tentando salvar a própria pele. De repente, aquela obra de Deus que faz parte da vista da janela da sala, vira um monstro perigoso. Mas tem sempre uma explicação pra essa e para todas as outras coisas. E daí? Explicação salva a minha pele, Mr. Vesúvio?
Deve ser difícil viver perto de um vulcão...
Tenho um hábito irritante de sofrer com o sofrimento. Sim, com o meu e dos outros. Dizem os astros que é característico do signo. Whatever! Chato demais.
Nos poucos momentos da minha vida em que vivi pra mim, a interpretação foi longe do real. Li outro dia no FacebOOk: sou responsável pelo que digo e não pelo que você entende. Legal! Podemos controlar o que dizemos, mas não como somos entendidos. Legal demais! Existe re-explicação? Acho que não. Mas imagina o trabalho que isso nos daria. Todo mundo, de alguma forma, segue critérios para as escolhas (das mais simples às mais complexas) que faz na vida. Da cor da camisa num pós feriado ao nome do filho mais novo. São escolhas e são difíceis. Mas em algum momento elas têm que sair do status de dúvida para virarem certezas.
Não estamos preparados para os momentos de certezas das pessoas. Pessoas são vulcões.
Deve ser bem difícil viver perto de um vulcão...
Ah! Dia desses fui parar na Praça Sete de Setembro (!!). Sabe quem estava lá? Dentista! Não imaginava, depois de tanto tempo, vê-lo novamente, no mesmo lugar, com a mesma roupa e, importante: com os mesmos DOIS dentes! Escolhas...

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

keep your hands together

“Quando metade do meu coração está triste, a outra também chora. As duas metades são de uma cumplicidade deliciosa. Se uma se recusar a pulsar, a outra morre. Mas em compensação quando uma das metades começa a bater, a outra pula, dança, samba. E sabe que barulho tem a batida do meu coração? Pin-Pin, Pin-Pin, Pin-Pin...” (Autora desconhecida)
Que bom que é ter um coração que bate! E bobo. Sim, bate pelas causas mais improváveis. Ontem mesmo, bateu loucamente ao (re) ver o episódio em que Chandler e Mônica compram uma casa fora da cidade porque decidem criar seu (s) filho (s) longe do tumulto new yorker. É dura a separação dos Friends. O casal esconde por um tempo a notícia porque sabem que os outros vão ficar tristes com a mudança. Não vão deixar de serem amigos (tem coisas que só o coração...), mas não estarão mais ali, ao alcance do toc-toc na casa da Mônica, o local onde tudo acontece. Foi triste. Chorei com muita emoção. Me lembro que não assisti ao último episódio da décima temporada, porque não tive controle emocional suficiente.
Mudar é difícil. E divide opiniões. Há quem pense que mudanças são tentativas de fugir de uma realidade; há os que defendem a mudança como uma coragem danada. Acho que as duas versões são verdadeiras. Abandonar a Times Square não é pra qualquer um!
A Mônica com sua incansável mania de limpeza, organização e cuidado com tudo e com todos (remete a alguns leitores?), se convenceu que cuidar da família merecia ali, naquele momento, mais dedicação. E esperou ter a compreensão dos friends nessa sua decisão difícil. Mas não teve. Ninguém entendeu nada. O Joey chorou, o Ross esbravejou, a Phoebe ficou histérica e a Rachel indignou-se. Eu também fiquei triste. Mas ainda vou ao cinema ver qualquer filme em que um deles apareça e revejo as dezenas de episódios que tenho em casa. Porque o fato de sempre ter novas séries surgindo a cada dia, não vai mudar nunca o sentido de Friends pra mim...
Pin-Pin, Pin-Pin, Pin-Pin...

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

SE EU MORRER ANTES DE VOCÊ

Se eu morrer antes de você, faça-me um favor: chore o quanto quiser, mas não brigue comigo.
Se não quiser chorar, não chore;
Se não conseguir chorar, não se preocupe;
Se tiver vontade de rir, ria;
Se alguns amigos contarem algum fato a meu respeito, ouça e acrescente sua versão;
Se me elogiarem demais, corrija o exagero.
Se me criticarem demais, defenda-me;
Se me quiserem fazer um santo, só porque morri, mostre que eu tinha um pouco de santo, mas estava longe de ser o santo que me pintam;
Se me quiserem fazer um demônio, mostre que eu talvez tivesse um pouco de demônio, mas que a vida inteira eu tentei ser bom e amigo...
E se tiver vontade de escrever alguma coisa sobre mim, diga apenas uma frase: -"Foi meu amigo, acreditou em mim e sempre me quis por perto!"
Aí, então derrame uma lágrima.
Eu não estarei presente para enxugá-la, mas não faz mal.
Outros amigos farão isso no meu lugar.
Gostaria de dizer para você que viva como quem sabe que vai morrer um dia, e que morra como quem soube viver direito.
Amizade só faz sentido se traz o céu para mais perto da gente, e se inaugura aqui mesmo o seu começo.
Mas, se eu morrer antes de você, acho que não vou estranhar o céu. "Ser seu amigo, já é um pedaço dele..."
Chico Xavier

quinta-feira, 15 de setembro de 2011



Ei!

Eu também estava com saudades... Não vou culpar nada nem ninguém pela ausência. Isso também em respeito ao Steve Jobs que tanto se esforçou para que todo mundo se "inserisse tecnologicamente". Por que não eu, certo? Pois é. Sem desculpas, sem blás.
 
Ontem me justifiquei de outra maneira a uma amiga: não sei escrever se não for do coração. Não sei falar se não vier do coração. Não sei viver calando meu coração. E ela me sugeriu então mudar o endereço e não o estilo. Achei isso a coisa mais linda de todas, de tantas coisas lindas que ela me disse.
 
Sabe quando o fôlego parece que vai voltando? Não dá pra dizer que se vive sozinho. Não vivemos. Não vivo! Sempre to cá pedindo favores a alguém. "Troca a lâmpada, Me traz um copo d água, Me ensina a entender Excel, Fecha a cortina, Me dá um abraço, Não me deixa sozinha...". Até que surge o "Levanta e vai pra vida!".

Será...? É!

E hoje mais um anjo me apareceu, via sms, mas que também caiu do céu e com olhos de cristal...

Avante!

Hoje com menos dores dilacerantes na cabeça, mas sem sentir as pernas. Ser garota enxaqueca não é fácil!

Obrigada, obrigada e obrigada por me ajudarem a manter as luzes da minha vida acesas!

Beijo.