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Say a Little Prayer for You by Aretha Franklin on Grooveshark
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quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Hoje


Eu já tive vários conceitos e sentimentos a respeito do hoje. Mas como disse meu pequeno "o próximo minuto já é o futuro". Então o hoje, o presente, passa muito rápido. O tempo é mesmo efêmero. Sim Tê, essa palavra também existe...

Então, enquanto no hoje de ontem eu desejava ter ou ser diferente, no hoje de hoje tudo mudou. O que no hoje de ontem valia a pena lutar, fosse por mais espaço, trabalho, dinheiro ou por uma reconquista, no hoje de hoje me doem os calos de tanto tentar.

Afinal vivemos pelo próximo minuto e não pelo que passou...

Um brinde ao minuto de amanhã. E aos diferentes hojes da nossa vida!

 

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Steve Jobs: tecnologia e lições ao alcance de todos


"Lembrar que estarei morto em breve é a ferramenta mais importante que já encontrei para me ajudar a tomar grandes decisões.

Porque quase tudo - expectativas externas, orgulho, medo de passar vergonha ou falhar - caem diante da morte, deixando apenas o que é importante.

Lembrar que você vai morrer é a melhor maneira que eu conheço para evitar a armadilha de pensar que você tem algo a perder. Você já está nu.

Não há razão para não seguir seu coração."

(Steve Jobs)

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Bom dia Querido whatever...

Tem um monte de coisas esquisitas na área. Uns indo, uns vindo... Mais trânsito, mais vento, mais calor, mamis lá em casa (êh!!), perguntas, respostas, an-hans... Mas o mais esquisito mesmo, é isso aqui:


A legenda e o humor negro são do Ego Estagiário (http://www.egoestagiario.com/). Lembrem-se, ela não ganha dinheiro trabalhando com Sheldon, mas sim com o corpitcho...

Ave mkt pessoal!

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

(and learn, of corse...)


Quando eu era pequena, tinha muitas amigas que escreviam para seus "Queridos Diários". E faziam um segredo do que estava escrito ali que era engraçado... Tinha cadeado com chavinha. Normalmente era capa dura, em tons pastéis, com ilustrações de bichinhos ou bonequinhas, enfim, um caderninho sem muito apelo, não dava nem vontade de descobrir o segredo da "chavinha". Eu não tinha um daqueles. Quer dizer, ter eu tinha. Mas eu não tinha o hábito de escrever nele. Querido Diário? Quem é Diário? Sei lá, eu me sentia meio envergonhada ao escrever pra alguém sem rosto, sem cheiro, sem expressão e que eu nem conhecia. E pior, tinha que contar pra ele segredos que escondia das minhas amigas! Estranho, no mínimo. Sem segredos, sem confissões estranhas, sem queridos. Live and show!

terça-feira, 28 de junho de 2011

O chocolate fofinho da Nestlé

Tem coisas que me dão muita saudade. Do hino do Santa Maria, que me lembrou o Dipa, por exemplo.


Coisas boas, muito boas...

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Nova Melissa Stephanie Brito

Fantástica!

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Bom dia bom!

Oie! Bom dia simpatia! Bom dia flor do dia! Bom dia, bom dia!

Não sei se caí do berço quando criança, mas sim, minha cabeça é amassada. Não sei o que isso impacta na minha vida, além de disfarces com penteados. Mas suspeito que as alterações de humor estejam mais ligadas a esse volume diferenciado que aos hormônios femininos. É, no mínimo, diferente isso. E as coisas diferentes me confortam. Portanto, adotei essa como a explicação para os risos e as lágrimas. Whatever! Para quê essa necessidade de entender o porquê das coisas? Por que isso, por que aquilo... Carpe diem!

Estou sem férias há tempos e naturalmente cansada. Meu filho não entende porque não tenho dias de folga. Sábados e domingos não bastam e os Day Off já estão quase sempre tomados. Com isso, vivemos os dias de uma forma geral, mas sempre com uma esperança maior no amanhã. A vida parece correr mais. Correndo mais, alcançamos mais rápido o fim de semana, mas aí vem a segunda na sequência. Enfim... Aff!

Músicas mudam o meu dia. Nando Reis mudou até o barulho da Praça Sete! Então hoje cheguei ao trabalho com a mega disposição de sempre (tá bom, nem sempre...), mas com a cabeça amassada um tanto quanto sofrida (posso ter caído essa noite também, não sei ao certo...). Sabe quando você não sabe como fazer para alcançar às 18 horas? O primeiro e irremediável passo, é honrar os next minutes sem pestanejar. Estava cumprindo o ritual com poucos sorrisos, mas... Amigos são amigos! Estou numa fase de new álbum e algumas figurinhas novas tem se esforçado para me alegrar. Deu certo! Sorrir com música é sempre melhor. Em francês, é mais chique!

Rodrigo, sem ciúmes... Mas meu 'bizarre world' está mesmo em desenvolvimento!

Bom dia, bons dias velhos e novos amigos!

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Bazinga na balada de Sampa. Olha a cara deles!!

segunda-feira, 2 de maio de 2011


Olá!

Este nunca foi um espaço para denúncias. Não no sentido policial do termo. Contar as peripécias de um e de outro está longe de serem denúncias... Mas hoje recebi um ‘feed’ no Facebook (já me desculpem a gafe caso tenha ocorrido, pois não tenho nenhuma intimidade com os termos das redes sociais) que dizia assim:

“Se você cresceu comendo comida caseira, andava de bicicleta sem capacete, sua casa não era à prova de crianças, você tomava 'havaianada' quando se comportava mal, tinha uma TV com 3 canais e tinha que levantar para mudar ou para mexer na antena, você fazia o juramento à bandeira na escola, bebia água de torneira, sofria bullying na escola e saía NORMAL, cole isto em seu mural para mostrar que você sobreviveu!”

Recebemos ‘feeds’ como esse quase todos os dias e o lance é que, caso concorde com a afirmativa, a indicação é colar o texto no seu ‘wall’, assim a ideia será disseminada entre seu grupo de amigos e por aí vai. Hoje eu fiz isso e colei o texto acima no meu ‘wall’. Confesso que já recebi coisas interessantes antes, mas não sabia onde era 'minha wall’. Onde é que fica essa parede gente? Meu estagiário me ajudou... Tks!

Well, apesar de poder mudar o rumo dessa prosa e falar dessa minha inabilidade, vou manter a ideia anterior que era: como as pessoas são engraçadas. Enquanto uma legião delas, formadores de opinião, pedagogos, jornalistas, psicólogos e afins defendem com unhas pintadas e dentes de porcelana o fim do chamado ‘bullying’, rimos com graça das piadas ofensivas no Pânico, assistimos sem susto o clamor do povo americano brindando a caça ao Bin Laden, concordamos em dar audiência ao American Idol em que os jurados detonam os concorrentes (mas também é cada peça...), entre outras ações do tipo. O que é o 'bullying', afinal? É só o que acontece nas escolas? Só vale entre as crianças? E às ofensas, se responde com mais ofensas? E à violência, se defende com violência? Como é que eu posso ensinar meu filho a não fazer piadinhas que ofendem os colegas e nem resolver as questões no braço, sendo que hoje ao ver TV (não adiantou trocar o canal, estava em todos) tive que explicar porque uma multidão de americanos saldava a morte de alguém.

“Filho, era um bandido muito perigoso, que seqüestrou um avião, bateu num prédio e muitas pessoas morreram por causa disso.”

“Mas mãe, ele foi pra cadeia?”

“Não, ele se escondeu e desde muito tempo a polícia o está procurando.”

“E a polícia achou?”

“Achou!”

“E porque tem tanto sangue assim?”

“Porque ele reagiu à prisão e na briga com a polícia, ele acabou morrendo...”

“E as pessoas estão felizes porque ele morreu?”

“...”

“Nossa mãe, coitado...”

E num fim de semana em que o príncipe casou com a princesa, o vilão acabou virando mocinho na era 'bullying'... Mas elas, as crianças desse tempo, também vão sobreviver!

Beijo.

quinta-feira, 14 de abril de 2011

heather


Oie!


Já foi hipnotizado? Nem eu. Todas às vezes em que fui submetida às sessões dessa natureza, controlei minha inconsciência e fingi cair no lenga-lenga do profissional. Sério? Não, acho que fui hipnotizada mesmo. Aliás, muitas coisas já me hipnotizaram na vida... O momento exato da hipnose é muito particular, de um irritante bem estar. Você sai de um furacão direto para uma praia particular com areia sempre branca, céu sempre azul, mar ainda mais azul e incrivelmente calmo e denso. Na areia tem sombra, tem sol, a água vem na beirada da espreguiçadeira e pode molhar os seus pés, se esse for o seu desejo. Quem é que não fica hipnotizado com essa materialização de Jeri?

A briga então é boa: a cabeça viciada em correria, em compromissos, em schedules cada vez mais difíceis de cumprir. Nas areias dos meus sonhos, todos vestimos branco, o sol não esquenta demais e quando isso ocorre, uma brisa leve sopra e faz balançar de leve as mechas loiras (certo Xaxá?). Sem, obviamente, embaraçar os fios.

Quer coisa melhor? A gente sempre quer né... E isso é bom, e isso é ótimo!

Boa (findi) semana pra você.
Beijo.

quinta-feira, 24 de março de 2011

relax


Três irmãs, de 90, 88 e 86 anos de idade viviam na mesma casa.

Uma noite a de 90 começa a encher a banheira para tomar banho, põe um pé dentro da banheira, faz uma pausa e grita:
- Alguém sabe se eu estava entrando ou saindo da banheira?

A irmã de 88 responde:
- Não sei, já subo aí para ver....

Começa a subir as escadas, faz uma pausa, e grita:
- Eu estava subindo as escadas, ou descendo?

A irmã caçula, de 86, estava na cozinha tomando chá e escutando suas irmãs, move a cabeça e pensa:
"Na verdade, espero nunca ficar assim tão esquecida".

Bate três vezes na madeira da mesa, e logo responde:
- Já vou ajudá-las, antes vou ver quem está batendo na porta .

Gente, estou lendo ou escrevendo esse texto?

quinta-feira, 17 de março de 2011


Bom dia!

De todos os super heróis da Liga da Justiça a Mulher Maravilha foi a que mais mexeu com meu imaginário. Não por ela, que tinha pernas longas, magras e brancas. A sua imagem me causava uma grande sensação de frio. Todos os outros super heróis usavam calças e camisas compridas, capas longas... E ela sempre de short, um corpete tomara que caia e botas. Sim, as botas aqueciam, mas ainda assim... Que frio! Aqueles cabelos negros presos pela faixa dourada. Sei lá, a roupa dela nunca mereceu nenhum pinguinho de inveja minha. Não digo o mesmo de seus acessórios: dois braceletes indestrutíveis, que usava para desviar projéteis e raios, a tiara que podia ser usada como bumerangue e um laço mágico inquebrável que fazia com que as pessoas tocadas dissesem a verdade. Santo poder Batman! E o avião... Ficava invisível, lembra? Ela não, mas o avião sim. Era a tradução do surreal. Já pensou a confusão que causaria se tivesse cruzado com os Jetsons?

Que conseqüências teríamos se pudéssemos nos fazer invisíveis? Ir a lugares sem pagar a entrada, ter livre passagem em qualquer fronteira, ouvir o que falam de você... Mas por outro lado, a invisibilidade causa ausência de si mesmo. Se não pode ser visto, tampouco ouvido será. Escrever letras transparentes, cantar músicas sem som, estar sem ser percebido. É o preço para se abusar de seu próprio livre arbítrio. O avião transparente foi alvo de muitas críticas e aos poucos, as histórias foram dando a ela o poder de voar. Mas caiu na mesmice e o avião invisível voltou. Ainda bem que a ANAC não controlava pousos e decolagens naquela época...

Confusa essa vida hein? Tá dando pra ler essas letras?

Beijos coloridos.

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

O Melhor Amigo do Snoopy


Será que a coisa é só minha ou você também tem a mania de achar que aprendeu com o erro de hoje e amanhã você será, automaticamente, uma pessoa melhor? “Ah, tá! Entendi. Foi mal...”. E amanhã lá vem o desengano novamente. Coisa chata. Errar é humano, insistir nele, é burrice. Já dizem os sábios povos do mundo. Aposto que esse ditado tem tradução em tudo quanto é canto.

Minhas horas de almoço eu faço de tênis. Sim, porque é o momento mais corrido do meu dia, sem a menor dúvida. Deixo minha mesa de trabalho e assumo o papel de “mothern”. Começo o almoço já terminando e cumprindo a sequência da higiene.

“Filhooo, vem escovar os dentes.”

“Já vou mãe.”

E demora.

“Marcelo, eu já saí da escola há muito tempo e não levo mais ocorrência se chegar atrasada (não, hein?!), mas você vai perder o primeiro horário, ficar plantado no pátio esperando seus colegas...”

Isso é (uma amostra do) que eu falo. Mas cada vez mais, percebo que ele ouve assim:

“Mar... blá, blá, blá, blá...”

Sabe a professora do Charlie Brown? Tipo isso. E hoje, enquanto eu ia falando o discurso do “eu já saí da escola” e caminhando em direção ao lavabo, ouvi que ele vinha atrás de mim, mas emitia um som diferente. De repente o som parou. E eu repeti mais um pouquinho (tá bom, tô ficando chata meeessssmo) e comecei a escovar os meus dentes. Eis que ouço “pá, bum, crash!”. Já saí do banheiro com a calma que me é peculiar. Estranho, não penso se ele se machucou, já penso logo na arte. E ANTES de repreender, meu cérebro me acalma e me lembra: “Filha, será que o menino se machucou?”. É incrível, milésimos de segundos fazem uma diferença... Aí eu pergunto com calma: “O que houve Marcelo?”. E ele vem, sempre, com muita criatividade: “Mãe, eu tava só, devagarzinho, e sem querer, e eu não sabia, foi só um pouquinho, quase que eu...”. Mas nessa hora, eu escuto assim: "blá, blá, blá...". E já começo a procurar os danos. Bom, rapidamente dá pra ver que a criança está bem, pois tem condições explícitas de inventar um monte de besteiras. We have the winner! A raiva encontra seu espaço e CRESCE!

Nunca sei exatamente como fico e como é que se faz pra não ficar. Mas as reações do pequeno forçam de novo aquele exercício de milésimos de segundos. “Quero torcer o seu pescoço / Mas é tão lindo, tão pequenininho / Concentra! / Já falei mais de mil vezes que isso pode dar errado / Ele tá chorando! Ah, não! Detesto ver meu filho chorar... / E você insiste em fazer o que eu digo que é errado... / Nossa, ele engoliu a lágrima e o olho está roxo de tanta força para segurá-las! / Desculpa não conserta mesa e nem junta braço. Vem cá, vamos conversar. Mas antes temos que escovar os dentes, colocar o tênis, pentear o cabelo e ir pra escola. Senão, você vai chegar atrasado e quem vai ficar esperando o segundo horário é você, porque eu já saí da escola...”

Eu, professora do Charlie Brown. Essa é boa...

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011


Tem gente que fala que a pior dor é a de dente. “É porque nunca teve dor de ouvido”, rebate quem não suportou a otite. A dor de garganta diminui o prazer de comer e beber (boa tática para emagrecer...), mas dor de cabeça ocupa o meu Top One.

Desde que seja dor, e consuma seu corpo e mente num instante que seja, é a pior delas.

Mas esse sentimento é para os fracos. Ou você acha que conforto é o maior atributo do salto agulha...?

Boa semana sem dor nenhuma!

Beijos.

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Penelopes

 Bom dia, dia azul!! Começar o dia com exclamações atrai fortuna, amor e disposição. Dessa forma o meu dia é mais azul e o dia azul é mais bonito. Encontre sua cor, é melhor viver assim! Claro que um dia azul combina mais com areia branca, água verde clarinho e raios naturais amarelos. De onde Toquinho tirou as outras cores pra formar a Aquarela? Já sei, de Ipanema!

Não tenho muita disposição de manhã. Acordo com uma preguiça gigante. Seja para trabalhar, fazer as unhas (coisas da Fê...), correr ou viajar, a preguiça é a mesma. Depois passa. Tudo passa, né? E obviamente, acordar cedo é melhor, o dia útil fica mais longo e podemos fazer as coisas que o horário comercial não nos permite mais. Não posso, no horário comercial, ir ao supermercado, faço isso à noite. Não posso, no horário comercial, ir ao salão, faço isso aos sábados. Não posso, no horário comercial, ir ao banco, pago as contas pela internet. Não posso à noite ir ao cinema, porque estou no supermercado. Não posso aos sábados ir ao clube, porque estou no salão. Não posso no horário comercial atualizar o blog, porque estou pagando contas... Vida corrida e sem privilégios de quem não tem pedras preciosas no sobrenome...

Essa semana me sugeriram um tema: mulher no volante. Complicado não é? Não as mulheres dirigindo, mas o tema é polêmico. O bordão "Só pode ser mulher", só perde para "Êh lá em casa". O fato é que não faz tanto tempo que as mulheres dirigem. Meu pai, por exemplo, aos 18 já sabia dirigir e seu trabalho dependia da carteira B, inclusive. Já minha mãe, conseguiu a liberação oficial do Estado para guiar veículos em vias públicas já cruzando a barreira dos 35 anos. A análise é simples, o homem nesse caso, tem muito mais experiência que a mulher e por isso obtêm melhores resultados. Não tem nada a ver com sexo, cor do cabelo ou preferência musical. É experiência pura e simples. E não dá pra discordar da capacidade feminina e da habilidade em fazer várias coisas ao mesmo tempo. Dirigem, checam o batom, acarinham o filho, mandam mensagens e ainda observam os entregadores de pizza. Um absurdo as multas por essas ações! As mulheres conseguem!!

Já ouvi algumas vezes representantes dos seres (que se acham) superiores se enganarem ao xingar um motorista por alguma barbeiragem cometida. Ouve-se logo "Êh Dona Maria...", mas ao cruzar o carro do barbeiro, vê-se um Seu João. Força do hábito errado, certo?
Mas que a loucura seja perdoada, pois quem me encomendou o texto foi... uma mulher. Muito baixinha e invocada por sinal. Mas que dirige bem. Mal de família...

Beijos rosa e azul...

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Blank

Oi!

Eu estava na 4ª série no Colégio Santa Maria e minha professora falava, cheia de orgulho do filho dela que havia recebido um prêmio de "melhor redação da sala dele" naqueles dias. A tia Lu era ótima professora, divertida, alto astral, bonitona, amiga da minha mãe e tia do Pitoco e do Juninho; mas naquela época eu não sabia disso... Enfim, o que ela achou mais importante ressaltar àqueles 40 alunos de 10 anos (interessadíssimos em sua história) foi o título: "Mutações". E aí ela discorreu sobre o tema e ressaltou que ele poderia ter usado uma palavra mais simples, mais óbvia. Mas não, ele usou: "Mutações". Eu estava interessada e me lembro disso até hoje (viu tia Lu, pode me dar 5 pontos de atitude!). E ela frisou ainda que o título é o que vem por último. Apesar de aparecer primeiro, deu pra pegar? Isso sim, foi muito legal. Daí por diante, sempre escrevo o texto e o título deixo pro final. Tia Lu quem me ensinou...

Hoje o título veio primeiro. Blank: no inspiration, sorry...

Bom, foi só pra dar um oi!

Beijo.

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Felice!


Gente, eu detesto fazer compras em supermercado. E sou uma pessoa (cada vez mais controlada) consumista. Digitar a senha do cartão de crédito e dizer “obrigada” à vendedora é um prazer inenarrável. Cura qualquer tristeza, dor de cotovelo, TPM... Mas isso não vale para supermercado. A lógica da compra é a mesma. Entramos naqueles corredores arrumadinhos, todos os produtos com os rótulos virados na mesma posição (essa é a indicação certo, Bonitão?) e é só pegar e colocar no carrinho. Para aqueles que são compulsivos, isso é ótimo! É pegar e levar. E se o compulsivo em questão não tiver como digitar a senha do cartão para levar os produtos pra casa, é só abandonar o carrinho e sair da loja com a sensação boa de ter tido opções de ‘coisas’ para si.

Mas eu detesto essa parte, posso então concluir que não sou compulsiva. A gente entra no estacionamento do local, onde invariavelmente a linha do celular cai e interrompe a conversa que inadvertidamente estávamos tendo, embora uma das mãos estivesse guiando o volante. Raiva um.

O estacionamento geralmente é quente (por quê?) e depois da árdua tarefa de encontrar uma vaga próxima a rampa que leva à loja, vamos à escolha do carrinho de compras. Olhamos, testamos e por fim escolhemos o que nos parece ideal e que nos primeiros 50 metros falta ri da nossa cara, pois o carrinho eleito é SEMPRE o desalinhado. Raiva dois.

Iniciamos a compra. Até que esse pedaço é bom. Uma loja grande, cheia de coisas bonitas (os rótulos me encantam...) e algumas delas vão comigo pra casa. Mas aí, você entra num corredor em que várias pessoas estão lá e vão abandonando os carrinhos porque o promotor parou aquela carregadeira gigante dele para arrumar a prateleira e obstruiu o espaço. As manobras vão ficando mais difíceis, mas vamos lá. Pegamos os produtos na prateleira (com os rótulos...) e colocamos os escolhidos no carrinho. E assim passamos por um, por outro e mais um corredor. A fome vai aumentando porque o estômago é visualmente guiado. Mas aí aparece uma promotora toda simpática com aquele suspensório tipo baleiro, um guardanapo e te dá um naco de algum petisco. “Obrigada!”. Alivia um pouco e continuamos a saga. Mais um produto da prateleira para o carrinho, e outro e outro... Material de limpeza! Ah, que delícia. Por que a garrafa de água sanitária sempre fica mal fechada? Aprendi a conferir a tampinha só depois de chegar a casa com o porta-malas cheirando àquilo... Pegamos um litro disso, outro daquilo e o carrinho vai ficando cheio. Nessa hora, já dá pra ver o limite se aproximando. Por fim as frutas que ficam por cima dos demais itens, pois não podem amassar. Alguém sabe como escolher melão? Kiwi? A diferença entre agrião e rúcula? Que cará e inhame são a mesma coisa? (...) E ainda o cuidado com o pão de forma que é mais melindroso que o cabelo do Dipa. Acho isso igualmente hilário. Um bem de consumo hiper sensível que é muito bem lacrado com... pedacinhos de arames cobertos com plásticos coloridos e podem ser abertos e fechados por qualquer um e novamente colocados na prateleira sem que ninguém saiba. Tão protegido quanto Alcatraz!

Pronto! Vamos ao caixa. Êba, fila! Raiva três. Certa vez, fui num lugar desses e só não tinha fila no “Caixa Prioritário para Gestantes”. Eu entendo como prioridade assim: se as grávidas tem prioridade naquele local, eu cedo minha vez a elas, mas se não há nenhuma grávida ali, posso usar o espaço, certo? Até hoje não sei por que não me preocupei em decifrar esse enigma. O fato é que esse era o único caixa vazio e entrei com meu carrinho no corredorzinho da esteira do caixa. A moça me olhou e dissemos:

- Esse caixa é prioritário para grávidas.

- Que bom, obrigada.

- Mas a senhora não está grávida.

- Mas não tem nenhuma grávida aqui. Então se o supermercado ficar o dia inteiro sem que nenhuma gestante tenha o delicioso trabalho de fazer compras, você fica só olhando o movimento dos outros caixas e dos clientes na fila?

- Não sei. Mas esse caixa é prioritário para grávidas.

- Aqui, não conta pra ninguém, mas eu estou grávida. Já dá até pra ver a barriga, olha só.

- Ah, é mesmo (??)?! Então pode passar.

Raiva quatro. Mas então, mesmo para as grávidas, chegamos ao caixa, e todos aqueles produtos com os rótulos lindos que escolhemos nas prateleiras, estão misturados no carrinho e precisamos tirar um-a-um para colocar na esteira e a moça, normalmente simpática, passar no leitor ótico e começar a nos esfaquear mesmo que sem o instrumento. Aí o produto entra de um lado e lá no fim temos que pegá-lo e começar a embalar. Nessa hora, utilizamos nosso movimento polvo. Um dos tentáculos tira os produtos do carrinho, o outro embala nas sacolas rasgáveis e o terceiro vai colocando as sacolinhas no carrinho que já está posicionado do lado de lá. Todos os produtos lidos oticamente e guardados nas sacolas, vamos embora.

Direto ao estacionamento quente que dessa vez fica ainda pior, pois o nosso tempo lá é maior. Tirar todas as sacolinhas e acomodá-las no porta-malas do carro. Irritada? Raiva cinco. E aí chegamos em casa e tiramos novamente todas as sacolinhas, colocamos no carrinho (esse totalmente sem alinhamento) do condomínio, que vai direto pro elevador. Aperto o 9 que é o meu andar. Saio com o carrinho do elevador, entro em casa e vou tirando novamente todos os embrulhos que dessa vez serão acondicionados em casa e nem me lembro dos rótulos dessa vez... E semana que vem tem mais...

Gente, feliz 2011! E caso você também não goste de supermercados, faça compras pela internet. É difícil, mas é possível. Viu? Para tudo tem jeito!

Beijos.

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Lua cheia


Dizem que o Aerosmith vai fazer o primeiro show na Lua. Eles vão construir um espaço para eventos, que comportará 200 mil expectadores e terá condições acústicas perfeitas. Os ingressos começarão a ser vendidos em breve. Imagino que o mais caro seja o transporte e não haverá muitas opções. Hospedagem também não será um item fácil. E caso alguma rede de hotéis se interesse por abrigar os fãs daquele ser sinistro (desculpem, uma opinião apenas), acho que não será algo do tipo Bad & Breakfast. Vão construir resorts fantásticos. Antes de definir o layout desse novo espaço de eventos, imagino as "reuniões" entre os principais líderes do mundo, pois uma coisa puxa a outra. Caso se construa algo do tipo all inclusive, não haverá espaço para praças de alimentação, afinal all inclusive... O Mc Donalds ficará fora do projeto. A Cielo chegará lá? Onde serão trocados Reais por Rúpias Lunares? E todos vestirão aquela roupinha estilo Tom Hanks em Apolo 13? No máximo com uma estampa do Steve Tyler no macacão. É certo que os hotéis serão próximos ao estádio. Apesar de quê, é só soltar o corpo e flutuar. A BH Jetsons Trans estará lá controlando o fluxo?

Jesus Genésio! A mente humana é fantástica. Parece fantasia, mas esse foi um tópico da discussão matinal aqui no trabalho. Que levou a outros ainda mais legais. Não sei por que dizem que publicitários viajam... Quem quer uma carona?

 

Beijos! Amanhã é feriado!


quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Salve Garfield!


Sempre me identifiquei muito com o Garfield. Mesmo adorando a Mafalda, o Calvin, Cascão e Cebolinha... Mas o Garfield é impagável. Ele adora lasanha, odeia segunda-feira e acordar cedo nem pensar.

Certa feita, quando eu ainda tinha poucos neurônios (sim, eles se desenvolveram), pedi minha mãe que assinasse um papel em branco. Ela obedeceu. Aí, redigi um “Documento Familiar Oficial” em que ela se comprometia a me matricular no ano seguinte (6ª série...) no turno da manhã. TODOS os meninos bonitos do colégio estudavam de manhã. Detestava ir à escola no horário contramão, mas precisava porque coincidia com a jornada profissional da mamãe e ainda tinha a caçula na minha cola. Fiquei felizona e tinha certeza de que minha mãe cumpriria o combinado, afinal lei é lei.

Nada feito. Minha mãe riu na minha cara e essa foi a primeira vez que eu questionei os aspectos legais. Percebi que sempre há brechas na lei e que quem tem poder, pode rasurar assinaturas.

Pois bem, em 1989, estava eu novamente matriculada no turno da tarde seguindo a manobra ardilosa de mamãe. Bom, esse ano mudou muita coisa na minha vida. Conheci o Rodrigo, a Déia, Fabinho, Fabiano, Cris Sininho, Mitzu (que já andava de carro...) e outros assuntos proibidos para este blog. Mãe sempre tem razão? Who knows...

Para o ano seguinte, estudar de manhã era uma imposição já que não havia 7ª série à tarde e enfim, venci. Eu tinha então orgulho de dizer que estudava de manhã, junto dos GATOS do colégio. Afe... A diretora da escola achou que eu não podia me misturar àquela turma de perdidos e repetentes (Rodrigo, Déia, Fabinho, Fabiano, Mitzu...) e me mandou pra sala dos CDF. Chorei uma semana na sala da Terezinha, mas de nada adiantou. Continuei na sala A+PLUS, mas nos intervalos, não tinha jeito, eu me misturava com a galera do mal. Ela bem que tentou, mas pelo que vemos hoje, deu não.

Legal, fiquei amiga dos gatinhos do colégio, que rapidamente perderam o encanto e o que ficou cada vez maior na minha rotinha, era mesmo a insuportável obrigação de ter que acordar às 6 da manhã. Meu filho estuda à tarde e vai ser assim até o dia em que ele puder levantar sozinho, cumprir com os deveres básicos do amanhecer (na pontinha dos pés) e ir pra vida sem precisar da minha carona. A menos que ele "ardile" um documento em branco... Afinal, lei é lei!

Acordar cedo é muito ruim, lasanha é muito bom e segunda-feira é detestável. Mas essa ênfase não inclui a delícia que é ser acordada com jeitinho e com amor a qualquer hora do dia ou da noite. Assim como o gato mais gato das histórias em quadrinhos, adoro um carinho e até esqueço a relação que existe entre os ponteiros e o relógio...
  
Mas de forma geral, beijos às 9 da manhã.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Idade não tem idade


Quando eu era pequena (rs!!!), achava que aos 30 anos seria adulta, grande (rs!!!), independente, mãe de vários filhos e quase velha. Santa inocência! Bom, tenho um filho que dispensa comentários (mas acho bom ressaltar o quanto ele é lindo, gostoso e representa quase toda a minha vida), parei de crescer aos 12 anos, sou cada vez mais dependente das coisas e das pessoas e me mantenho jovem. Como assim? Lá no tempo do Santa Maria, eu tinha uma noção diferente do sentido de ser adulta. Eu achava que adultos usavam óculos constantemente, só falavam de assuntos sérios, tinham menos humor que os jovens em geral e se divertiam pouco. O tempo foi passando e minha idade foi me aproximando desse tempo. Surpresa boa! E melhor, me mostrou o quanto eu estava enganada com minha referência das pessoas adultas que eu me relacionava. O pai da Patty devia ser o cara mais bravo do mundo quando eu era criança. É o Tio Washington! E agora sim, estou dispensada de explicações. A primeira vez que fui à casa do Rodrigo, quase morri de vergonha e tive um ataque de tosse tão forte que a Alcina teve que ficar ao meu lado, enfiando o Melagrião goela abaixo.

Ok, fiz as pazes com os trinta anos. Mas 40... Óculos para vista cansada! Errei de novo, e ponto final. Ivana recebeu a idade vestindo balonê de bolinhas! Quer dizer, que venha! Enxerga bem, mas tem memória curta. Faltou gente importante no vídeo, mas whatever... E do alto dos meus trinta e poucos pude enxergar (com a vista levemente embaçada) que o que envelhece é a alma. Problema envelhece, solução renova; mau humor envelhece, felicidade renova; solidão envelhece, festa renova; desamor envelhece, paixão renova! Saí de lá 15 anos mais jovem (tá certo que meio zonza e já encomendando a sopa de batatinhas pro domingo), e muito feliz por constatar mais uma vez que o tempo pode ser amigo da gente. O tempo é meu grande amigo. Me dá segundas chances e me permite sempre ver novidades onde parecia tudo estagnado. Não tem nada acabado. Há quem diga que no fim, tudo se resolve. Se não resolver, é porque ainda não chegou ao fim. Parabéns Ivana, pela idade, pela festa, pelo astral!

O chão é o fim e o céu é o limite. Constatou o Camané que, certamente, valorizará mais e mais os bilhetes de check-in. Aliás, a enfermaria está lotada! Núbia, Jaca, Izabella e os médicos vestidos de "plantões" (boa Rodrigo!). Sem contar com a maternidade, aí fecha a ala inteira! Tomei o maior susto com o susto da Stefânia e por ela estou aqui que puxou minha orelha com carinho.

Susto é a palavra dessa semana curta. Demodèe na sexta por encomenda do Jaca e da Fê! Não dá pra não ir...

A gente se vê dos anos 70 aos 2000, certo Pitoco?

Laura, tudo bem?

Beijo gente.