
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
Olá e Feliz Dois Mil e Dez!

A passagem de ano nada mais é que a fonte da juventude. No sentido de se renovar, re-acreditar, revigorar, tomar um fôlego tipo aqueles que precedem um grande e intenso mergulho. É incrível como uma roupinha branca, meia dúzia de foguetes (foi mal Copacabana!), umas tacinhas inocentes de champagne e as já conhecidas músicas da virada tenham tanta força sobre nós mesmos!
Cheguei de viagem ontem cedo, acordei muito antes das galinhas e peguei estrada rumo à minha office desk. Fiquei cansada, claro! Mas penso que se essa mesma situação tivesse ocorrido na semana passada, última semana do ano, não haveria formas de erguer o corpo para cumprir as 8 horas de trabalho. No meu íntimo, apesar do cansaço extremo, pensava exatamente assim. O Réveillon é para mim como kriptonita para o Super-Homem!
E a Patty, mais uma vez, me fez chorar na virada. Ela me lembrou que não estávamos juntas (os) e, tenho que admitir, Eu Andei Igual não é o mesmo que Nós...
Mas curti a passagem, também assisti a um show de fogos e não sabia o que me emocionava mais, se o clima de esperança das pessoas ou se a imagem doce do rosto do meu filho olhando para o céu com um sorrido tímido de quem está com sono sendo carregado nos ombros de seu pai. Logo atrás era o meu pai que estava abraçado à minha mãe, esta com os olhos marejados pela emoção do momento e a saudade da filha ingrata (he, he) que estava fazendo Tim-Tim em outra praça.
Réveillon é absolutamente emoção pra mim. Minha amiga e fiel comentarista Laura Friche não gosta de Natal e nem Réveillon. Confesso que tive uma ponta de inveja quando ela me disse que passou o Natal em casa, com o marido e o filho. Celebraram, trocaram presentes, provaram a ceia e degustaram o vinho. Mas quando chegou o sono, eles não precisaram domar os arreios sociais e simplesmente se entregaram à Morfeu. Boa pedida já que os natais da minha família não ultrapassam os horários da programação da TV aberta. Mas o Réveillon Laurets... Eu amo essa festa, e volto ao início deste post, pois acho mesmo que o Réveillon é uma das melhores festas do ano e ainda tem propriedades terapêuticas de renovar minha mocidade!
Desejo a todos, além de um ano simpático, que os próximo 365 dias, a contar dos primeiros sinais dos fogos cariocas, sejam de renovação constante, de alegrias, saúde pra dar e vender além de muito dinheiro no bolso.
E se você, ganhador da mega sena da virada, estiver lendo esse post, saiba que sempre te admirei! E que apesar de ter feito mil planos para o momento em que minha conta fosse recheada com o dinheiro que agora lhe pertence, torço para que tudo dê certo na sua vida de milionário! E se um dia for à Mônaco, por favor, leve meu amigo Rodrigo de Paula e faça com que as histórias dele sejam, enfim, reais. Nada pessoal Dipa, eu também amo você!
Beijos sortudos e renovados!
quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
O que é o que é... Dois pontinhos no Vaticano?
Ho-ho-ho!Papai Noel esteve na sua casa? Não?! Nem na minha... Imagina a correria do bom velinho! Mas em tempos modernos o Natal não é feito só de papai e quem esteve na minha ceia bem vestida e com o saco vermelho nas costas foi a Mamãe Noel. Minha criança que até ano passado não conseguia encarar o abraço no velhinho, ficou em êxtase ao ver a espécie descendo a rampa (já que seu trenó ficou estacionado lááá em cima), correu ao seu encontro e deu-lhe um abraço. Deveria ser demorado tamanha espera, mas apressamos os cumprimentos antes da frase 7.1: "Já não te conheço de algum lugar?". E a Mamãe tirou do grande saco o presente exato tal qual pedido na Guia de Solicitação de Presentes Imaginários.
Ela foi legalzona e para deixar os adultos felizes (e ofuscar os olhos curiosos das crianças do século XXI) jogou balas aos ventos e só então tocou o sininho improvisado seguindo rumo ao trenó, pois as renas preguiçosas não foram buscá-la.
As mulheres chiaram tanto e clamaram por igualdade de direito, que nesse ano Mamãe Noel perdeu a Missa do Galo!
Mas isso não aconteceu na Washington´s House. Sabidos que são, fixaram os olhos em frente à grande TV de 29 para encontrar um milagre. Tio Washington, Tia Su e Patty alternaram as piscadas de olhos para não perderem a cena do Cláudio e Carla no Vaticano. Tal qual o Joey em suas aparições nas grandes séries de TV... Mas não deu. Eles não foram filmados, tal qual o Joey em suas aparições nas grandes séries de TV... Assistiram toda a missa, amém, mas nada de “Filma eu Galvão!”.
Não gosto muito de Natal. Acho que o clima de festa transforma-se em um peso quando entra a palavra Natal. Posso estar enganada, mas esse é um sentimento comum. Dia desses uma amiga querendo dizer que tinha uma família unida e divertida emendou: “Para se ter uma ideia, o Natal lá em casa dura até as 4 da manhã!”. Ela usou esse argumento porque sabe que pode diferenciar a família dela das demais, pois normalmente o Natal não dura nada além do necessário... É uma grande festa, gastamos fortunas nos shoppings centers, arriscamos a vida nas estradas e avenidas das grandes cidades só para dizer ’Feliz Natal’ pra nossa família. Estamos ali, mas torcendo para sairmos dali. Eu tenho uma família muito unida. Mas nossos natais não duram até as 4 da manhã. Qualquer festinha é desculpa para esperar o sol nascer ou um almoço pode facilmente se estender até as 6 da tarde, mas no Natal...
E por isso vou esticar ao máximo a doçura da chegada da Família Noel na minha casa. Tá certo que não teve mais conversa com o Marcelo depois da passagem das renas, mas a alegria dele foi para mim suficiente para agüentar o sono. Esse ano minha família foi médio-legal: ficamos até as 2. E a sua? O réveillon vou passar em família e não espero nenhum clima de natal...
Para quem ainda tem dúvida do que vestir na hora da virada segue um guia:
Branco:
Traz paz, calma, ordem, simplicidade, harmonia e estimula os sentidos. Significa inocência e pureza. Cor tradicional do ano novo.Dourado: Traz sorte e riqueza. Cor para quem quer ganhar dinheiro.
Rosa: É a cor da feminilidade, da afeição e do romantismo. Deve ser usada por quem quer viver um grande amor.
Verde: Traz vitalidade e confiança. Tem efeito calmante, relaxante e está ligado à harmonia e equilíbrio. É também a cor da fertilidade e da esperança.
Amarelo: É a cor da prosperidade. Estimula o otimismo, a criatividade, a inteligência e é a cor ideal para quem quer trazer alegria para seus dias.
Laranja: Significa movimento e espontaneidade. A cor estimula a sensação de calor e alegria, trazendo ótimas vibrações e disposição.
Azul: Representa serenidade, tranquilidade e segurança. Cor ideal para quem quer calma e confiança.
Vermelho: Significa amor, elegância e requinte. Funciona como estimulante e melhora o ânimo de quem usa. Ideal para as pessoas que desejam viver a vida intensamente.
Preto: Silêncio, elegância, luto. Não é aconselhável o uso durante o Réveillon.
Roxo: Atrai nobreza e poder para sua vida.
Cinza: Cor da incerteza. Não fica bem o uso no réveillon para quem quer algo de fato para o ano que se inicia. A cor na versão prata acrescenta glamour.
Marrom: Por ser a cor da terra, remete à solidez, indica segurança em todos os ramos da vida.
Eu desejo a todos um 2010 colorido!!
Beijos.
terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Finalzinho do segundo tempo... Desejo a todos uma boa penúltima semana do ano simpático que termina em 9!
Nem eu, nem Raul somos astrólogos. Até ensaiei numerologia, mas não virei uma Mãe Dinah. Simplesmente tenho “um caso” com o número 9. E assim me convenci de que o Hudson podia entrar no meu rol de melhores amigos...
Desde o início desse ano, com os pezinhos na areia, pressenti grandes mudanças para minha vida advindas do meu número mais significante. E assim foi. Eu passei por mais que um ano em 2009, certamente. Cansada, porém feliz com tudo o que se cumpriu. Inevitável não:
- analisar os erros para que se tornem acertos na repetida;
- lembrar as risadas para eternizá-las;
- brindar os amigos da neve - conquista boa de 2009;
- enfrentar filas de carros e pessoas, para ajudar na tradição do Papai Noel.
Uma coisa não foi feita na minha casa no ano 9: Árvore de Natal. Sábado estive no habitat da Gira e vi que “a casa bagunçada por causa da mudança” já tem enfeitinho de Natal pra tudo quanto é lado. E a Duda nem espera nada do bom velhinho...
Marcelo sabe a mãe que tem. Eu é que me conheço menos. Quando estava grávida, já com um barrigão de 9 meses, queria que aquele Natal fosse bem criança e para isso precisava de uma árvore digna. Arrastei a pança até o centro da cidade e enfrentei a fila (preferencial, of course!) para pagar uma linda Árvore, imensa, cheia de galhos e muitas bolas para se pendurar. Não conseguiria relatar o quanto essa peça me irrita. Até arrepio quando entra o mês de dezembro e com ele começam as cobranças: “Já montou sua árvore?”, “Não...”, “Quê isso! Você tem criança em casa, tem que ter árvore de natal e Papai Noel!!”. E lá vou eu montar a danada que me dá um trabalho “Herculano”. Aquilo nunca cabe em casa, os enfeites se quebram de um natal para outro, os galhos soltam folhinhas e me fazem espirrar... A-do-ro! E nesse ano, depois de muitas sessões de terapia, simplesmente deixei que o Marcelo curtisse o Natal na casa da avó, nas vitrines das lojas, nas canções aprendidas na escola... E deixei a minha árvore de Natal gigante guardadinha. Claro que podia ter pendurado ao menos uma guirlanda na porta ou uma meia na lareira, mas não tenho lareira em casa, sorry!
E a casa da Gira está enfeitadinha, linda e preparada para recepções do tipo, todos os tipos!
Esse ano não teve o encontro sindical. Fora do ano eleitoral não nos comportamos bem...
Não gosto de árvore, mas respeito à tradição. E por isso, em todo fim de ano, olho para trás (dessa vez com menos medo) e agradeço as coisas boas, choro de novo pelas ruins, tenho saudade dos amigos, das viagens e das crises de riso, leio os posts e os comentários, me emociono com os trejeitos e o crescimento da criança, constato que o tempo de fato passa... E fundamentalmente, peço para que Ele continue ao meu lado, pois só essa força é capaz de explicar a minha sorte. Tá certo, meus olhos são azuis, mas Muito Obrigada Meu Deus, por tudo!
Ano que vem entro com o pé direito porque quero pra mim um ano 2009+1. Assim, só pode ser melhor!
Brinde com sotaque ao Cláudio e Carla, Mauro Maurício, Dani e Hérika, Mariana e Rodrigo de Paula. Esse último por ter cada vez mais certeza de que o Mangabeiras é uma extensão da Linha Verde!
Clicheando e abusando do trocadilho, desejo a todos um Natal incrível e um Ano Novo nota 10!
Beijos e Afagos.
Marcelo sabe a mãe que tem. Eu é que me conheço menos. Quando estava grávida, já com um barrigão de 9 meses, queria que aquele Natal fosse bem criança e para isso precisava de uma árvore digna. Arrastei a pança até o centro da cidade e enfrentei a fila (preferencial, of course!) para pagar uma linda Árvore, imensa, cheia de galhos e muitas bolas para se pendurar. Não conseguiria relatar o quanto essa peça me irrita. Até arrepio quando entra o mês de dezembro e com ele começam as cobranças: “Já montou sua árvore?”, “Não...”, “Quê isso! Você tem criança em casa, tem que ter árvore de natal e Papai Noel!!”. E lá vou eu montar a danada que me dá um trabalho “Herculano”. Aquilo nunca cabe em casa, os enfeites se quebram de um natal para outro, os galhos soltam folhinhas e me fazem espirrar... A-do-ro! E nesse ano, depois de muitas sessões de terapia, simplesmente deixei que o Marcelo curtisse o Natal na casa da avó, nas vitrines das lojas, nas canções aprendidas na escola... E deixei a minha árvore de Natal gigante guardadinha. Claro que podia ter pendurado ao menos uma guirlanda na porta ou uma meia na lareira, mas não tenho lareira em casa, sorry!
E a casa da Gira está enfeitadinha, linda e preparada para recepções do tipo, todos os tipos!
Esse ano não teve o encontro sindical. Fora do ano eleitoral não nos comportamos bem...
Não gosto de árvore, mas respeito à tradição. E por isso, em todo fim de ano, olho para trás (dessa vez com menos medo) e agradeço as coisas boas, choro de novo pelas ruins, tenho saudade dos amigos, das viagens e das crises de riso, leio os posts e os comentários, me emociono com os trejeitos e o crescimento da criança, constato que o tempo de fato passa... E fundamentalmente, peço para que Ele continue ao meu lado, pois só essa força é capaz de explicar a minha sorte. Tá certo, meus olhos são azuis, mas Muito Obrigada Meu Deus, por tudo!
Ano que vem entro com o pé direito porque quero pra mim um ano 2009+1. Assim, só pode ser melhor!
Brinde com sotaque ao Cláudio e Carla, Mauro Maurício, Dani e Hérika, Mariana e Rodrigo de Paula. Esse último por ter cada vez mais certeza de que o Mangabeiras é uma extensão da Linha Verde!
Clicheando e abusando do trocadilho, desejo a todos um Natal incrível e um Ano Novo nota 10!
Beijos e Afagos.
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
The Party Is Over
Cantemos felizes/ a canção do dia/ hoje é sexta-feira/ é dia de alegria!
Bom dia!
Tanta programação, reunião domingo, e-mails em códigos, conversas ao pé do ouvido... E o dia da festa chegou, rolou e acabou! E brilhou! Pessoalmente não me permito eleger essa ou aquela festa como a melhor, pois basta estar junto para ser festa e em geral, é sempre bom demais.
O clima do carnaval de Aspen foi transportado direto para aquele espetacular salão de festas numa região não menos nobre que os alpes americanos. As cocotas puseram as pernocas de fora e rebolaram ignorando fugazmente a temperatura ártica. E teve de tudo; só não teve troféu. E deveria, pois a revelação se deu ali mesmo, in loco. O torcedor rubro negro se animou tanto com a quebra do jejum esportivo que se jogou no palco com tudo. Brilhou! Já a Fê, se intimidou e não passou mais perto do camarote, com medo do laço, certamente. Paulista cantou novamente à sua amada sendo acompanhado por seu xará que é fraco de palco, não conhece nada de música e tem uma voz péssima. Ah eu queria uma festa assim todo fim de semana...
Um brinde ao Marcelo Moreno que veio de trio da Bahia, mas encarou muito bem o candango Renato Russo. E mais tin-tin pra Kizzy que aproveitou sem censura, ao Xaxá que cumpriu horário comercial, ao Catito que levou a festa até as 6 da manhã, à Núbia que foi sem o Rodrigo, ao Hudson e a Lu que tinham motivos para não entrarem no clima, mas superaram as mazelas e curtiram a festa. Um brinde geral a vocês que dão sentido ao Nós da minha vida!
O dia seguinte foi de batatinhas e nécessaire vazia.
Para o ano que vem, tema e local definidos (rs...).
Parabéns especiais à Carla que, mesmo sem organização de eventos no currículo, brilhou em todos os sentidos e fez a Festa de Natal 2009 acontecer!
Beijos com saudades.
E Hudson, eu amo você!
E Hudson, eu amo você!
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
THE NAI FEST
Caros leitores pacientes,
Olá!
Olá!
O clichê do fim do ano é algo espetacular. Por mais que queiramos escapar das frases feitas, é um esforço e tanto não cair na rede do: "Nossa, o ano acabou!", "Se tivesse mais um dia, eu não aguentaria dezembro!", "Que shopping lotado!", "Meu Deus, nunca esteve tão quente! E essa chuva que não pára..." Somos patéticos! Com exceção do Marcelo Belisco que está de férias de novo (hello!!), estão todos sendo movidos pelo cheiro do combustível, como os carros com o tanque na reserva. E clicheando mais uma vez, recarregamos toda nossa bateria em Janeiro com muito dinheiro no bolso, saúde pra dar e vender.
Hoje vou voltar no tempo, no tempo da pedra lascada. Que delícia!
E amanhã as energias já estarão todas focadas na Nai Fest. Abadá customizado, short combinando, sapatos confortáveis, gominha no cabelo... Só vai faltar o trio; ou não! Só vai faltar o Farol; ou não! E vai faltar o Rodrigo. Ou não, sempre devemos esperar algo de caixinhas de surpresa...
Alonguem-se e se preparem para a quebradeira. E quem chegar por último vai ser a mulher do padre!
Beijos
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