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Say a Little Prayer for You by Aretha Franklin on Grooveshark

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

A melhor de "Cláudio Maurício Ricardo" KKKKK


terça-feira, 20 de janeiro de 2009

NEW AND OLD WORLD


Boa tarde Barack!

Nesse momento os flashes do mundo estão voltados para a família Obama. Dos politizados o alvo é o Sr.; dos fashionistas a curiosidade é acerca da Sra. Obama que já foi apontada por alguns sites (bizarros! mentirinha...) como a sucessora de Jackie Kennedy. Quem diria! O mundo está se livrando das amarras do preconceito o que é fantástico para todos nós, pois ninguém merece sofrer discriminação por razão nenhuma que seja. Nesse momento tenho bilhões de palavras soltas referentes ao Dipa, mas deixo a cargo de você leitor para que conclua por si.

Mas há quem não se importe nada com isso e nem ao menos veja essa diferença. Dia desses, fui fazer a revisão do carro e resolvi voltar pra casa a pé. Sabem né, no pré túnel é tudo assim, pertinho. Carro entregue, horário combinado, músculos alongados e mochila nas costas. Começamos, eu e meu tênis com amortecimento, a (que seria) breve caminhada de volta. Mas que fantástico! Muitas vezes quando estamos ao volante, não percebemos a beleza das coisas, a paisagem, as novas construções, os Ipês recheados na primavera... E essa foi minha oportunidade de assim ver a cidade onde moro e que muitas vezes passo rápido demais pelo belo horizonte sem tempo a apreciá-lo. Eis que nessa concentração ao visual escuto um conhecido e famigerado "Psiu!". Voltei os olhos para o lado donde vinha o som e lá estava um sensual mecânico com as mãos e o macacão cheios de graxa (engraxadinho!!) além daquela barriguinha moldada a chopp e o cofrinho a mostra. Comecei a pensar que não perco tanto assim ao desprezar a paisagem no dia-a-dia... E ao fim desses segundos de observação ao meu admirador, eis que vem a pérola: "E aí morena? Vão caminhar lá em casa?". Morena? Caminhar lá em casa? Shiu! Acho que aqui vai uma pergunta que poderia ser feita por qualquer mulher do planeta: "Homens, como vocês elaboram suas cantadas?". É o mesmo papinho velho de sempre, "Ê lá em casa!!", "É a nora que minha mãe queria!", "O cachorrinho tem telefone?", e outros sonetos incríveis.

Certa feita, que ficou eternamente marcada em minha memória, estava com expressão séria caminhando no calçadão de alguma praia do litoral fluminense quando ouvi: "Oi! Por favor, posso te pedir uma informação?", informação tudo bem, até abri a expressão para auxiliar o cidadão, "Pois não.", "Qual é o caminho do seu coração?".
...
...
...

Deu vontade de rir, mas acho que simplesmente afastei-me do carro e voltei à expressão séria e à caminhada. Cheguei em casa e ao reportar o fato foi inevitável a gargalhada ao reconhecimento a criatividade do forasteiro.
Domingo o aniversário do Xuxu coincidiu com o do Xaxá, e fiquei devendo ao segundo um abraço de felicidades. Daqui a alguns anos vamos comemorar as duas datas no Demode ou De La Noche e aí poderemos fazer uma festa só. Marcelo não vai mais querer cama elástica em suas festas e o Xaxá... bem o Xaxá ainda vai querer erguer o dedinho ao bebemorar sua idade com classe. Conto com o convite dos Xás porque em certa idade não queremos os pais em nossas festas, eles são "velhos", "fora de moda" e matam os filhos de vergonha. Ê lá em casa...

Estou de volta e um brinde ao bom humor! Há quem diga que quem ri, não adoece. Pois sorria você pode estar sendo filmado!


Beijos

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Olá BH!

Só sente prazer pelas férias quem de fato as tem. Como assim? Tipo assim, aquele que não cumpre jornada integral (ou meia né Gira, sabichona...) nos dias úteis (ou até mais) não teriam prazer pelos fins de semana, pois todos os dias seriam como sábados e domingos. Será que isso faz algum sentido?

Dia desses vi uma matéria no fantástico programa noturno dominical que nos antecipa a segundona, sobre os anjos da guarda dos famosos, aqueles que já os conheciam antes da fama e contam como foi esse caminho rumo ao estrelato. O depoimento da mãe da Grazzi me tocou no fundo da alma, pois são de fato pessoas simples que se destacaram na multidão. Aí num ponto da entrevista ela disse que a filha ganhou muito mais dinheiro do que ela jamais imaginou conseguir ganhar um dia, e uma de suas primeiras providências foi comprar uma "casinha" para a mãe. Não é uma mansão hollywoodiana mesmo, mas se parece com Versailles se comparada à moradia anterior. Ela conta que ficou muito feliz com o presente e nem sabia se conseguiria se acostumar ao tamanho e ao luxo da casa nova. No engate dessa dúvida, ela disse que o medo passou rapidinho e ela logo logo pegou o jeito de ser mãe de famosa.

"O quê que essa louca está dizendo?", podem pensar alguns. Estou dizendo em outras e prolixas palavras que EM AMO FÉRIAS na mesma proporção em que amo também FIM DE SEMANA. Mas o sábio que dividiu o tempo em fatias (olha CDA de novo...), dá de presente o findi a quem cumpre as árduas tarefas dos dias úteis, pois quem vive de férias está sempre cansado...

Não é irônica essa ironia?

Cá estou eu me recuperando das férias (das do Marcelo só me recupero quando as aulas dele recomeçarem...) e preparando as malas para a Praia do Forte! "Que vida bôa, ou-ou-ou, que vida bôa!!"

Hoje é aniversário do Guilherme, não se esqueçam de desejar-lhe felicidades em seu BlackBerry!! Rs...

A gente se vê.
Ah! Viram o comentário da Amanda? Pousou, comentou e arremeteu. E foi convidada para a Praia do Forte...

Beijos.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

DOIS MIL INOVE

Gente, oi, que saudade!

Enfim arrumei bytes suficientes para me comunicar por aqui!!!!!! Acabou 2008, já estamos alcançando o fim do primeiro trimestre de janeiro e, apesar das árduas tentativas, não havia ainda conseguido me manter "de pé" na web. Na Região dos Lagos, o trânsito virtual estava pior que o real. Talvez o mau tempo tenha contribuído para isso, vai saber...

O fato é que o vento virou, o sol se firmou e a galera alegrou. Rabisquei alguns rabiscos para enriquecer os posts anteriores, mas acabaram ficando lááááá no ano velho. O que posso dizer é que pulei as ondas (pulei nove, resolvi multiplicar a tradição), vesti roupas brancas e acessórios coloridos para garantir amor e progresso além do desejo da paz.

Sempre no início do ano me lembro daquelas bem traçadas linhas de Carlos Drummond de Andrade que fala sobre dividir o tempo em fatias (a hora em 60, o ano em 12, o dia em 24...) e fica inevitável não render mais nada após o término da leitura, ou da lembrança, como nesse caso.

Entramos em mais um ano novo com o pé direito, com planos de mudanças e cheios de vontade. O pé direito não faz mal nenhum, é uma crendice totalmente inofensiva (desculpas antecipadas a quem se ofender), mas vejam só como somos enganados por nós mesmos. Fazemos planos, nos motivamos, nos preparamos e... nos boicotamos. Janeiro é o mês das promessas de que tudo vai melhorar afinal o ano é novo e teremos os trezentos e sessenta e cinco dias inteiros para cumpri-las. Para reforçar a fé, colocamos no braço aquelas enigmáticas pulseirinhas do Senhor do Bonfim e com ela ficaremos até que os desejos se cumpram. Mas depois da quebradeira, vem aquela ressaca costumeira e deixamos para começar o Ano Novo no segundo dia. Dia 02 é aniversário da Rê Dipa e deixamos a academia para 03 ou 04... Por essas contas rápidas e pela lista de aniversariantes ao lado, o mês de janeiro começa em fevereiro. Fevereiro tem carnaval e nosso maior esforço ainda está na realização osmótica dos desejos da fitinha. Lá pro fim de março, começamos a engrenar no Ano Novo e aí... nos demos conta de que perdemos 3 MESES!! E assim retomamos o ciclo interminável da correria e do stress que acabamos por culpar o "ritmo dos grandes centros" e não a nós mesmos.

Já sem fôlego e na luta para manter o que temos de fato funcionando, começamos e questionar que pulseirinha é aquela em nosso braço que nos dá o maior trabalho para esconder nas festas em que o traje de gala definitivamente não combina com as Havaianas do verão. São difíceis para serem amarradas, ficam feias e desfiadas rapidamente (mas não se arrebentam) e lá pelo mês nove, pode ser que nem nos lembremos mais que pedidos estão amarrados naqueles nós - cegos. E o ano novo vai ficando lugar comum até que se torna velho e venham de novo as pulseirinhas... Quanta ingenuidade!! Tudo crendices...

Vou ficando por aqui aproveitando o vento sul, o céu azul e encarando as formas de realizar meus planos pessoais para o ano novo. Segundo o Cláudio, que é um sábio, quem manda é ele e não seu fígado. Vou também mostrar quem dá as ordens por aqui, do meu jeito, sem firulas. O acessório que vocês notarão no meu pulso direito é só para combinar com meus olhos, não tem nada a ver com a forcinha que estou confiando receber De Todos os Santos da Ivete e outros baianos...

Beijos e, com mandinga ou sem mandinga, o importante é ter fé e percorrer com ela na realização de todos os seus desejos!!
FELIZ, aliás, FELICÍSSIMO DOIS MIL INOVE!!!

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Sobre o ouvir

O ato de ouvir exige humildade de quem ouve. E a humildade está nisso: saber, não com a cabeça mas com o coração, que é possível que o outro veja mundos que nós não vemos. Mas isso, admitir que o outro veja coisas que nós não vemos, implica reconhecer que somos meio cegos... Vemos pouco, vemos torto, vemos errado. Bernardo Soares diz que aquilo que vemos é aquilo que somos. Assim, para sair do círculo fechado de nós mesmos, em que só vemos nosso próprio rosto refletido nas coisas, é preciso que nos coloquemos fora de nós mesmos. Não somos o umbigo do mundo. E isso é muito difícil: reconhecer que não somos o umbigo do mundo! Para se ouvir de verdade, isso é, para nos colocarmos dentro do mundo do outro, é preciso colocar entre parênteses, ainda que provisoriamente, as nossas opiniões. Minhas opiniões! É claro que eu acredito que as minhas opiniões são a expressão da verdade. Se eu não acreditasse na verdade daquilo que penso, trocaria meus pensamentos por outros. E se falo é para fazer com que aquele que me ouve acredite em mim, troque os seus pensamentos pelos meus. É norma de boa educação ficar em silêncio enquanto o outro fala. Mas esse silêncio nao é verdadeiro. É apenas um tempo de espera: estou esperando que ele termine de falar para que eu, então, diga a verdade. A prova disso está no seguinte: se levo a sério o que o outro está dizendo, que é diferente do que penso, depois de terminada a sua fala eu ficaria em silêncio, para ruminar aquilo que ele disse, que me é estranho. Mas isso jamais acontece. A resposta vem sempre rápida e imediata. A resposta rápida quer dizer: "Não preciso ouvi-lo. Basta que eu me ouça a mim mesmo. Não vou perder tempo ruminando o que você disse. Aquilo que você disse não é o que eu diria, portanto está errado..."
Essas palavras não são minhas. Sonho meu que as fossem. São de um cara que sou grande fã, Rubem Alves, que em seu livro "Ostra feliz não faz pérola", tem centenas de textos muito interessantes. Tão, para mim interessantes, que alguns eu leio como um auto-retrato. É legal quando a gente se identifica assim com um autor. Ele é rápido, vai na veia e tem senso de humor. E diz também que "Pensamentos vagabundos são pensamentos que a gente pensa sem querer pensar... são como as nuvens que o vento leva, uma hora se parecem com um cachimbo, o cachimbo vira um navio, o navio se transforma em elefante, o elefante vira flor...Coisa de poetas desprecoupados..." As vezes agimos mesmo assim com as opiniões dos outros e o tempo só nos mostra que não há verdade universal e que "para cada cabeça uma sentença". (Nós Andamos Iguais, lembra...)
E fim de ano é assim: põe tudo na balança! E num desses momentos, resolvi que hoje o post era do Sr. Rubem Alves. E se cada um de nós pensarmos a vida com mais poesia (!!), vamos nos enxergar como ele define. E a reunião de idiotas se consagraria, em tempos de Natal, em uma espetacular união de poetas despreocupados! Fino...
Bom Natal. Não precisa exagerar na poesia e dizer na semana que vem que o papai noel chegou na sua casa, por que aí já é demais...

Beijo, some não...

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

SINOS DE NATAL

Aff!!!...

Até hoje eu não entendo como conseguia ir a pé da Soft Pastel até a Hipodrommo; da Monte Alverne até a Contorno para pegar o 8001; sair numa 4a feira e trabalhar com disposição na manhã seguinte, e por aí vai. A maratona FESTAS EXCELENTES foi deliciosa, mas não foi fácil. Até hoje não me recuperei e só Deus sabe o tamanho da dificuldade para encarar o cotidiano dos dias úteis. Nessas horas consigo sentir a diferença singela de vinte anos...

Mas não é esse o foco. PARABÉNS MARCELO PAULISTA PELO SHOW DE CRIATIVIDADE E ENVOLVIMENTO!! Não só nesse ano, mas sempre foi BALA (!!) e nunca levou nenhum troféu para casa. FALHA NOSSA!! O Marcelo é sempre muito simpaticão (sem ciúmes, Hudson!) e me fala coisas lindas que fico até sem graça. Mas em um dos ângulos de sua conclusão, nós discordamos demais. EU não sou mais que VOCÊ. E NÓS só ANDAMOS IGUAIS porque temos uns aos outros. Quando eu conto sobre nossa relação, as festas, a amizade, o amor puro, a lua-de-mel compartilhada, eu sempre noto nos olhos do ouvinte um "quê" de "ai que legal, eu também gostaria de ter amigos assim...". E ter amigos é muito fácil, é só se abrir para eles. E na nossa reunião de idiotas, somos todos: difíceis, melindrosos, geniosos, ardilosos, críticos, neuróticos, exagerados... E apaixonados pela simples razão de estarmos juntos. E mais um ano provamos isso.

A presença de cada um foi sensacional, espetacular. Houve envolvimento na medida e quem não foi perdeu mais que uma festa, mas pelo menos não perdeu o rumo de casa... Lá pela quinta viatura, comecei e me questionar porque as pessoas estavam se importando tanto com nosso barulho e me dei conta de que o céu estava claro, Morticia quase dormindo em pé... Hora de ir embora! Ai que pena!

Eu e minha amnésia, para variar, estamos de mãos dadas e pouco poderia reportar. Aliás, quem se candidata a fazer os posts pós festa...? Kizzy? Que, aliás, merece todo o meu respeito e amor, pois sempre se posiciona na contra mão das festas temáticas e brilhou na criatividade. Não há como citar um por um, mas nesse barco também estão Marcelo Pavão e Lu Charmosa. Lindos!!
Gostei da explicação do Léo sobre a logo e se alguém entendeu, por favor, me explique! Marco Antônio não identificou a Cleópatra, mas bem que tentou associá-la a outro personagem. Se Júlio César visse isso...

Agora é acertar as contas, aumentar o estoque de Dorflex e aguardar o próximo evento.

E para o Reveillon, qual é a boa?

Beijos, beijos.

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

BORN TO BE ALL INCLUSIVE


Bom dia dezembro!

Fuso horário é algo muito estranho. Daqui ali em Maragugi, um litoral lindíssimo, mas um horário diferente daquele que nos norteia em Minas. Estou falando de mais que horas e minutos marcados num relógio de pulso. Estou falando que nossa hora lá no litoral "alagoense" não tinha necessariamente 60 minutos; era medido entre algo do tipo café da manhã-bar da praia-biribol-misto quente na piscina-sauna com ópera all inclusive-jantar temático-vinho com laura pausini... O fuso horário das férias é fimose, como diria Silas Simplesmente.

Mais um casal casado e... menos uma lua de mel! Combinamos que após todos os casamentos realizados (NOTA: Xaxá é carta branca), iremos comemorar os aniversários das bodas e essa celebração pede uma renovação da lua de mel, e então surge de novo a razão do all inclusive. Nossos encontros são sempre excelentes, mas com all inclusive então! Temos todos que experimentar essa sensação!!

Mais uma vez o evento descobriu talentos, lançou frases de efeito e deixou saudades... Desde uma corridinha na academia a vapor até a partida final do campeonato de sinuca, tudo teve graça e piadinha infame e era assunto para o dia todo até aparecer a próxima razão para nova graça e piadinha infame... Como disse Cláudio, o Sábio: "É uma reunião de idiotas!". Tá certo ele. Idiotas do bem, com certeza. E fizemos barulho!!

Na primeira noite, gás total; incomodamos Laura Pausini e chamamos a atenção dos outros hóspedes. Edilene se assustou tanto que não deve ainda ter saído do casulo. Fomos no táxi do Silas que já avisou que só leva pessoa famosas, e então no day after estávamos com inscrições abertas para o N.A.I.. Mas o primeiro quase inscrito enobreceu demais seu histórico e deixou nosso amigão boquiaberto. "Olá! Turma animada hein! Lua-de-mel? Diferente hein! Eu sou Massey Ferguson, e você hein?". E noticiamos como se fosse um espirro, mas não tínhamos idéia na epidemia que se transformariam aquelas palavras. Depois desse dia nosso grupo foi cada vez mais esmagado, reduzido e transformado a pó, graças à força dos Massey. Era dragão para todo lado e sentimos que precisamos nos personificar e jamais ceder nosso lugar à concorrência seja em que força ela vier. Em resumo, primeira inscrição negada.

Para fazer côro ao nosso grupo, o currículo deve ser mais pomposo. "Tenente e Sub-Tenente? Pode!". Claro que isso é só uma forma bem humorada de pontuar a grande companhia do Rodrigo e Amanda, amigos cariocas recém agregados e convidados a participar conosco dessa reunião de idiotas. Mas eles não poderão vir à festa, pois o Rodrigo precisará cumprir horas de vôo no litoral do Rio Grande do Norte de sexta happy hour a domingo após o Fantástico. "L!!!!".
Mais uma vez fomos ótimos e o postal ilustra bem essa viagem.

E por falar em postal, decidimos dividir em 44 pedacinhos o troféu Xaxá para que não haja injustiça e assim, cada um assume sua parte no grupo em que Nós Andamos Iguais...

Beijos e até a próxima festa.